
Foto: Divulgação
Gritos de socorro ouvidos por moradores durante a madrugada levaram a Polícia Militar do Amazonas (PMAM) a prender um homem de 21 anos acusado de agredir fisicamente a própria companheira, de 19 anos, no bairro Japiim, no município de Novo Aripuanã (a 227 quilômetros de Manaus). O caso de violência doméstica foi registrado na madrugada deste sábado (10) e mobilizou equipes do 2º Pelotão da 9ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM).
De acordo com informações repassadas pela PMAM, a ocorrência teve início por volta das 3h, quando moradores da rua Benjamin Constant acionaram a polícia após presenciarem uma discussão seguida de agressões físicas dentro de uma residência. Segundo os relatos, os gritos da vítima chamaram a atenção de vizinhos, que decidiram solicitar apoio policial diante da gravidade da situação.
No momento em que percebeu a aproximação da viatura, o homem tentou fugir correndo pelas imediações do Japiim, mas foi alcançado e detido após cerco realizado pelos policiais. A vítima foi encontrada com sinais de agressão física e recebeu atendimento inicial no local.
Após a contenção do suspeito, os policiais realizaram os procedimentos de praxe e encaminharam o homem à 73ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), onde a ocorrência foi formalizada. Durante o registro do caso, foi constatado que o jovem já possuía antecedentes criminais, não sendo considerado réu primário. Diante dos fatos apurados, ele foi autuado em flagrante por violência doméstica, com base na Lei Maria da Penha.
A vítima recebeu orientações sobre seus direitos e sobre a possibilidade de solicitar medidas protetivas de urgência, que incluem o afastamento do agressor e outras ações previstas na legislação para garantir sua integridade física e psicológica. O caso seguirá sob investigação da Polícia Civil, que dará continuidade aos procedimentos legais.
A Polícia Militar do Amazonas reforçou que situações de violência doméstica, como a registrada no Japiim, podem ser denunciadas a qualquer hora do dia ou da noite por meio do número 190. As denúncias podem ser feitas de forma anônima e sigilosa, possibilitando a atuação rápida das forças de segurança e o encaminhamento adequado das vítimas aos órgãos competentes.
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