
Servidora atuava em funções administrativas, passava por readaptação funcional e tinha porte de arma suspenso antes do episódio em shopping de Manaus. (Foto: Reprodução)
A Polícia Civil do Amazonas informou que a investigadora flagrada em vídeos discutindo com um casal em um shopping de Manaus, em um caso denunciado como homofobia, já estava afastada das atividades operacionais antes do ocorrido. De acordo com a corporação, a servidora exercia exclusivamente funções administrativas, como parte de um processo de readaptação funcional.
O episódio ganhou repercussão nas redes sociais após o enfermeiro Lucas Costa relatar que ele e o companheiro teriam sido alvo de homofobia por parte da investigadora em um shopping da Zona Centro-Sul da capital. Nas imagens divulgadas, a servidora aparece em discussão com o casal e afirma que eles “têm que respeitar”, enquanto é acusada de homofobia por quem registra a cena. Em determinado momento, ela tenta interromper a gravação ao fazer menção de empurrar o celular.
Em nota, a Polícia Civil esclareceu ainda que a condição de saúde da investigadora já era acompanhada pela instituição. Segundo a corporação, a servidora vinha sendo assistida por psicólogos e assistentes sociais desde a identificação de um quadro clínico, o que motivou, inclusive, a suspensão do porte de arma.
Por fim, a Polícia Civil destacou que todas as providências administrativas cabíveis estão sendo adotadas e que o caso segue sendo acompanhado. A instituição ressaltou que atua dentro dos procedimentos legais, tanto no cuidado com a saúde da servidora quanto na apuração de eventual conduta funcional relacionada ao episódio.
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