
Amazoncure, Cellva e Buriti Aromas foram selecionadas pelo programa CBA Open e terão acesso a laboratórios, mentorias e apoio estratégico. (Foto: Divulgação)
Três novas startups foram habilitadas para atuar no Espaço CBA de Inovação (ECBAI), o primeiro hub de bionegócios da Amazônia. As empresas Amazoncure, Cellva e Buriti Aromas da Amazônia concluíram a etapa de apresentação de seus Planos de Negócios e foram selecionadas no âmbito do CBA Open, programa que conecta ciência, tecnologia e mercado para impulsionar soluções a partir da biodiversidade regional.
A habilitação marca um avanço para o programa, que oferece às startups selecionadas acesso a laboratórios, mentorias estratégicas, apoio ao desenvolvimento de produtos e espaços compartilhados ou privativos dentro do hub.
A seleção contou com uma banca formada por representantes do CBA, da Tropos Amazônia, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e do Sebrae.
Para o diretor-geral do CBA, Márcio Miranda, a chegada das novas empresas reforça a confiança no modelo de atuação do Centro.
“O ingresso dessas startups mostra a confiança dos empreendedores no novo objetivo do CBA: ser um ambiente de inovação, geração de negócios sustentáveis e valorização da biodiversidade amazônica. Estamos construindo um espaço onde ciência e mercado caminham juntos para criar soluções que impactam positivamente a região e o país”, destacou.
• Amazoncure – Atua no segmento de dermocosméticos sustentáveis, usando nanotecnologia para potencializar ativos amazônicos como jambu, copaíba e alecrim-da-amazônia.
• Cellva – Focada em biotecnologia alimentar e ingredientes funcionais, desenvolve soluções para alimentos, bebidas, suplementos, pet food e cosméticos.
• Buriti Aromas da Amazônia – Marca de biocosméticos artesanais, que alia saberes tradicionais à ciência, com produtos livres de químicos sintéticos e embalagens sustentáveis, valorizando comunidades extrativistas.
O CBA Open conta com apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), integrando a estratégia do Governo Federal para consolidar o Centro de Bionegócios da Amazônia como polo de bioeconomia.
? Mais informações: cbamazonia.org/cba-open
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