29/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Nova etapa de dragagem e desassoreamento dos igarapés de Manaus tem início para prevenir alagamentos

Publicado em 07 de agosto, 2025

Foto: Divulgação/Semulsp

Nesta quinta-feira, 7/8, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), deu início à nova etapa de dragagem e desassoreamento dos igarapés que cortam a capital, com foco na prevenção de alagamentos e na melhoria da qualidade ambiental dos cursos d’água. O trabalho começou pelo trecho do igarapé do Mindu, no bairro Novo Aleixo, zona Norte.

De acordo com a Semulsp, os serviços são realizados estrategicamente durante o verão amazônico, quando o volume de chuvas diminui e o nível dos igarapés está mais baixo, o que permite o acesso aos leitos e margens com mais segurança e eficiência.

“Esse é um trabalho preventivo determinado pelo prefeito David Almeida, que nos orienta a aproveitar o verão para preparar a cidade para o inverno. É no tempo seco que evitamos o sofrimento de tantas famílias quando as chuvas chegam. Dragagem e desassoreamento são ações que salvam casas, ruas e vidas”, afirmou o secretário da Semulsp, Sabá Reis.

A ação reforça os serviços realizados no ano passado, quando a prefeitura desobstruiu e dragou importantes igarapés como o da Sapolândia (Alvorada), igarapé do 40 (Cachoeirinha), Passarinho (Colônia Terra Nova e Galileia), Redenção, Parque Mauá, Grande Vitória e o igarapé do Bombeamento (Compensa). Em todos os trechos houve remoção de resíduos, limpeza do fundo e alargamento das margens, resultando em redução significativa dos transbordamentos durante o período de chuvas.

Foto: Divulgação/Semulsp

Alcance da ação

A extensão dos igarapés atendidos mostra o alcance da ação: Sapolândia (Alvorada) – 2,1 mil metros; igarapé do 40 (Cachoeirinha) – 9 mil metros; Mindu (Novo Aleixo, Tancredo Neves e Jorge Teixeira) – 5,8 mil metros; Passarinho (Colônia Terra Nova, Galileia) – 3,5 mil metros; Redenção – 500 metros; Parque Mauá – 500 metros; Grande Vitória – 750 metros; e Bombeamento (Compensa) – 400 metros.

O trabalho da Semulsp nesses pontos resultou em queda expressiva nos alagamentos urbanos, que antes atingiam casas e causavam prejuízos a dezenas de famílias manauaras.

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