
Foto: Divulgação ExpoJud
Plantar árvores nativas da Amazônia para descarbonizar as ações do judiciário brasileiro. Essa foi a proposta da startup amazonense Tree Earth e do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT-11), durante o ExpoJud 2024, um congresso de tecnologia, inovação e direito para o ecossistema de Justiça, realizado nesta semana em Brasília.
O projeto foi apresentado pelo presidente do TRT-11, Audaliphal Hildebrando da Silva. O tribunal que abrange os estados do Amazonas e Roraima conta com parceria da Tree Earth para descarbonização, além de ações de educação ambiental por meio do Barco Escola.
De acordo com o CEO da startup, Vicente Tino, a proposta de descarbonização passa pelo plantio em comunidades ribeirinhas. “Estamos falando, especialmente, de áreas degradadas pela ação humana e que precisam ser reflorestadas. Somente o TRT-11 tem a meta de plantar mais de 850 árvores para neutralizar suas emissões de gases de efeito estufa. É possível unir esforços pela floresta”, disse.
Um dos destaques apresentados no evento foi o Barco Escola. A parceria entre a startup e a Corte trabalhista já rendeu prêmios ao projeto e reconhecimento nacional. A iniciativa, que aproxima a Justiça do Trabalho da população ribeirinha, deve plantar mil árvores em comunidades visitadas pelas equipes no entorno do Lago do Puraquequara.
O oitavo congresso ExpoJud reuniu lideranças e gestores de todo o país, além de profissionais de comunicação, gestão, recursos humanos e tecnologia.
Desenvolvedora de um aplicativo que promove reflorestamento remunerado e monitorado por tecnologia de blockchain e por satélite, a startup amazonense Tree Earth busca conectar pessoas, empresas e instituições para o plantio de árvores, especialmente em áreas degradadas.
Com viveiro próprio e de parceiros, a Tree Earth também coordena as expedições do Barco Escola e conta com apoios importantes, como Caloi, Atem, Greif, INDT e Samsung.