
“O Menino do Olho que Vê”, produção da Pigmentar Companhia, de Minas Gerais. Foto: Divulgação
O Festival de Teatro da Amazônia ocupa, nesta quinta-feira (03/10), a Sala Selma Bustamante, na Escola Superior de Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas (Esat/UEA, avenida Leonardo Malcher, 1.728, Praça 14), a partir das 20h, para apresentar o espetáculo “O Menino do Olho que Vê”. A produção da Pigmentar Companhia, de Minas Gerais, compõe a Mostra Ednelza Sahdo e tem indicação livre, com entrada gratuita.
No palco vazio, o artista mineiro e pessoa com deficiência visual Dudu Melo revive suas memórias de infância, conduzindo o público para uma viagem no tempo em que o artista/menino descobre a vida e revela seus sentimentos mais profundos. “O Menino do Olho que Vê” nasceu do desejo de Dudu Melo de investigar lembranças num experimento cênico em que a plateia é convidada a brincar e celebrar a vida.
No Teatro da Instalação (rua Frei José dos Inocentes, Centro de Manaus), às 22h, a atração é “Pesadelo da Borboleta”, do Oposto Teatro Laboratório/Caixa Mágica, de Rondônia. A companhia concorre pela Mostra Chico Cardoso e a classificação é de 10 anos, também com entrada gratuita.

“Pesadelo da Borboleta”, do Oposto Teatro Laboratório/Caixa Mágica, de Rondônia. Foto: Divulgação
Em cena, uma pintora está reclusa em seu ateliê de obras inacabadas quando adormece e tem um sonho. Ela recorda passagens de sua primeira infância: seu nascimento, as primeiras flores e borboletas que viu, os rios, pássaros, árvores e, desse acesso às memórias, surge também a lembrança da inesperada morte do pai. Acompanhada pela voz de sua mãe, que narra os detalhes desses acontecimentos, ela adentra o seu trauma. O isolamento em que vive é como o de uma lagarta em seu casulo, prestes a se tornar borboleta, uma espécie de “metamorfose humana”.
O FTA é apresentado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, via Ministério da Cultura – Governo Federal: União e Reconstrução, e pelo Nubank, realizado pela Federação de Teatro do Amazonas (Fetam), com apoio da WEG e do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Icbeu Manaus, Amazonas Shopping, Faculdade Martha Falcão Wyden, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Escola Superior de Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas (Esat/UEA), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Teatro Lambe-Lambe Estudo, Pesquisa e Prática-UEA, Ibis Styles e Abaré Central.
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