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Com o projeto Descarboniza TRT-11, a startup amazonense Tree Earth, especializada em plantios georreferenciados, e o Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ficaram com o 2º lugar no Prêmio Justiça do Trabalho Sustentável 2024, concedido pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT). A iniciativa foi premiada em cerimônia realizada em Salvador, na Bahia, nesta terça-feira (27/08).
O projeto tem a ambiciosa meta de neutralizar todas as emissões de Gases de Efeito Estufa do Tribunal Regional, com o plantio de 852 árvores nativas da Amazônia, conforme explica o CEO da startup, Vicente Tino. “Essa emissão tem como base o que foi calculado em 2023. Com a parceria, a gente vai auxiliar o TRT-11 a se tornar netzero e servir de modelo para os demais tribunais do País”, disse.
Presidente do tribunal, o desembargador Audaliphal Hildebrando explica que o projeto também promove a conscientização e a educação ambiental entre servidores, magistrados e comunidades locais. “Até o momento, mais de 30 comunidades ribeirinhas já foram beneficiadas”, afirmou.
O prêmio Prêmio Justiça do Trabalho Sustentável ocorre no âmbito do 9º Encontro Nacional de Sustentabilidade da Justiça do Trabalho, que segue até o dia 30 de agosto com o tema “Justiça Climática e Racismo Ambiental – Um olhar sobre as vulnerabilidades”.
O projeto Descarboniza concorreu na Dimensão Ambiental. O primeiro lugar ficou com o projeto Ecolabora, do TRT-13, da Paraíba.
Em junho deste ano, a parceria Tree Earth e TRT-11 venceu o Prêmio Juízo Verde 2024, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o projeto Barco Escola. A inciativa foi considerada inovadora pelo CNJ na modalidade Boas Práticas do Poder Judiciário.
Em agosto, o projeto foi apresentado na primeira edição do congresso ExpoJud USA. O evento internacional foi realizado no período de 5 a 9 de agosto, em Orlando, nos Estados Unidos, com foco na transformação digital para o judiciário e troca de conhecimentos.
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