
Maioria da bancada do AM vota contra incluir armas no ‘imposto do pecado’; veja como votaram
Na sessão na Câmara dos Deputados que aprovou o texto-base da regulamentação da reforma tributária, nesta quarta-feira (10), a maioria dos deputados rejeitou a inclusão de armas de fogo e munições no Imposto Seletivo (IS), popularmente chamado de Imposto do Pecado. O placar foi de 316 votos contrários a 155 favoráveis.
A inclusão das armas no IS foi apresentada como forma de emenda, assinada pelos deputados Afonso Motta (PDT-RS) e Erika Hilton (PSOL-SP), ao texto.
Na bancada do Amazonas, a maioria foi de não, incluindo Capitão Alberto Neto (PL), Átila Lins (PSD), Adail Filho (Republicanos) e Pauderney Avelino (União). O parlamentar Sidney Leite (PSD) se absteve e Saullo Vianna (União) votou sim. No portal da Câmara, no painel de Votação Nominal e Simbólica, não aparecem os nomes dos deputados Amom Mandel (Cidadania) e de Silas Câmara (Republicnos).
De acordo com a regulamentação da reforma, o imposto seletivo será cobrado sobre a produção, extração, comercialização ou importação de bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
O texto original enviado pelo governo já determinava a cobrança do IS para veículos, cigarros, bebidas alcoólicas e açucaradas, embarcações e aeronaves, extração de minério de ferro, de petróleo e de gás natural.
Os deputados também incluíram no rol de cobrança veículos elétricos, as bets e jogos de azar físicos e online — este último ainda em tramitação no Congresso.
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