11/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

No Parque das Tribos, mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade participam de mutirão de cidadania

Publicado em 29 de setembro, 2023

Foto: Divulgação/Luan Miguel/Sejusc

O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e da Fundação Estadual do Índio (FEI), realizou, nesta sexta-feira (29/09), um mutirão de assistência na comunidade Parque das Tribos, na zona oeste de Manaus. Os serviços foram direcionados para mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade social e emocional.

O Ônibus da Mulher levou atendimento psicossocial, jurídico e encaminhamento para órgãos responsáveis, como o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream), entre outros.

A Secretaria Executiva de Políticas para Mulheres (SEPM) realizou uma roda de conversa com foco na Lei Maria da Penha e os diferentes tipos de violência. A secretária da SEPM, Maricília Costa, enfatiza que essa proximidade permite que mulheres em situação conheçam seus direitos e denunciem abusos.

“É muito importante que a mulher indígena saiba que tem direitos, que pode nos procurar e denunciar alguma violência que esteja sofrendo. Talvez muitas aqui não saibam que existe uma secretaria que cuida dos direitos delas e estamos aqui para divulgar o nosso trabalho”, complementa a secretária.

Saúde mental

A ação também incluiu palestras e atendimento psicológico, coordenados pela Secretaria Executiva de Direitos Humanos (SEDH), para pessoas que apresentam sinais de vulnerabilidade emocional. A atividade integra a campanha “Setembro Amarelo”, focada na prevenção e combate ao suicídio.

Camila Reis, titular da Gerência de Promoção da Igualdade Racial e Respeito à Diversidade Religiosa (GPIR), diz que, por meio da disponibilização desses serviços de forma remota, mais pessoas são alcançadas pelas políticas públicas da Sejusc. “Viemos hoje à comunidade indígena Parque das Tribos para que esses moradores saibam do amparo que o Estado oferece, para que possam ser amparados psicologicamente. Essa ação é necessária para que essas pessoas entendam que não estão sozinhas”.

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