26/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Peça faz sua antepenúltima apresentação no Parque dos Bilhares

Publicado em 09 de julho, 2023

Peça faz sua antepenúltima apresentação no Parque dos Bilhares

Neste sábado (8), a peça “Huma/” fez a sua antepenúltima apresentação no Parque dos Bilhares. As récitas fazem parte da temporada de pré-estreia do espetáculo, que será reapresentado mais uma vez no dia 16 (domingo) e encerrará com uma sessão no dia 22 (sábado) de julho, às 15h30.

Inicialmente, havia na programação uma apresentação marcada para o dia 15 (sábado), porém, ela foi transferida para o dia 16 (domingo). Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) e são vendidos apenas no local do evento.

Para assistir à peça, o público foi ao estacionamento que dá acesso ao anfiteatro e à pista de patins do Parque dos Bilhares, na avenida Constantino Nery, no sentido bairro-Centro, na zona centro-sul de Manaus. No local, a equipe do espetáculo fez a recepção e encaminhou o público para o ponto exato do parque onde a montagem é encenada.

A peça tem no elenco Leo Scantbelruy e tem a direção e a dramaturgia assinadas por Francisco Rider, a preparação de Koia Refkalefsky, confecção de figurinos de Preta Scantbelruy, assistência de produção de Ana Carolina Souza e registro fotográfico e audiovisual de Robert Coelho.

A montagem tem o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SEC) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas).

“Huma/” é uma peça na qual uma mulher isolada vive em um “mundo-peste”, mas não só biológico, acima de tudo o da política da morte que nos devora cotidianamente, conforme explica o autor do drama.

“’Mundo-peste’ é uma metáfora para todas as formas de violências, agressões, preconceitos e fobias contra corpos ‘indesejados’ pelos padrões normativos. Um dia, a personagem Huma decide romper com esse enclausuramento e vai para a rua, se deparando com os vírus invisíveis da peste. Então, como uma mulher-cidadã, que cresceu na ditadura civil-militar (1964 a 1984), ela se manifesta”.

Francisco Rider esclarece que a obra possui várias metáforas, a começar pelo título do trabalho, que contém um sinal gráfico: /. “A barra utilizada no título da peça se refere à barra e aos desafios existenciais que a personagem vivencia nesse ‘mundo-peste’. A barra (/) é também um corte dramático na palavra humanidade”.

Veja mais notícias em Cidade

RELACIONADAS

Portal do Marcos Santos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.