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Peta Cid
Especial para o Portal do Marcos Santos
Peças ricas em detalhes com as cores da festa de Parintins e os tons da Amazônia fazem a composição perfeita do rico e diversificado artesanato parintinense, reunindo arte plástica, entalhe em madeira, palhas, cipó, fibras regionais, penas e uma centena de sementes.
Em Parintins, além do principal atrativo, que é o espetáculo proporcionado pelos bumbás Garantido e Caprichoso, as demais atividades da cultura local ganham espaço com o crescimento da indústria do turismo no Município.
Impulsionados pelo turismo no período do Festival Folclórico, os artesãos da Central de Artesanato renovam os estoques abusando da criatividade cabocla.
Os trabalhos encantam os visitantes que compram as peças e se tornam divulgadores da arte genuinamente parintinense.

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A comparar com o movimento registrado na semana da Alvorada do Garantido e festa de lançamento do Álbum Caprichoso, no início de maio, a artesã Alessandra Bastos acredita em faturamento acima da média nos dias de festival. “Minha intuição não falha, já tem um bom movimento na cidade e estou confiante que será melhor que outros anos”, afirma a proprietária do box Amigos de Parintins.
Alessandra tem 25 anos e desde criança aprendeu a gostar de artesanato com o pai. Seu olhar sempre se encantou com o mundo das cores, cestarias e tecelagem em cipó e se especializou em colares e brincos de penas.

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No Box Artesanato Regional, as peças são resultado de um trabalho realizado por muitas mãos e levam a assinatura dos artesãos Val Nogueira, da filha Leilane Souza que herdaram a tradição do marido Arthur Neto, nascido de uma família de artesãos.
Adereços, colares e boizinhos para lembranças são o carro chefe. Estão no ramo há 25 anos. “As lembranças de boizinhos são as que mais o povo compra, 90% de saída”, revela. As miniaturas dos bois são esculpidas em isopor e gesso.
Para os próximos dias a expectativa é das melhores para aquecer as vendas.

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A artesã Maria Angelita produziu uma linha exclusiva de cocares em talas de junco, acrescentando penas sintéticas e sementes da região amazônica, dando valor e qualidade às suas peças.
Em seu box Belas Artes Souvenir há também uma coleção de miniaturas de itens dos bois, peças exclusivas que são muito procuradas por visitantes.
Artesã há 23 anos, Ângela como é chamada por amigos, está confiante. “Espero que seja um festival maravilhoso, nós sofremos muito na pandemia, ano passado foi bom, mas este ano vai ser melhor ainda”.

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Arte de plumagens, coleção de colares e pulseiras de miçangas, anel de tucum e artesanato dos povos indigenas consolidam o trabalho do artesão David Oliveira, um dos pioneiros no setor e proprietário do box Artes e Decoração da Amazônia. Ele trabalha há 30 com artesanato, começou na antiga Praça Cristo Redentor, passou por outros lugares como o coreto da praça Eduardo Ribeiro e agora na Central de Artesanato.
David Oliveira destaca nas vendas as peças da bijuteria indígena das etinias sateré-mawé e hixkaryana.
O casal de artesãos Rai Mattos e Liciane Mattos produzem uma variedade de peças de souvenir utilizando massa polyepoxi. São donos do Box Soarte e também tem artesanato popular feito em madeira, cuia, penas e sementes que formam colares, brincos, cocares e outros tipos de adereços. Rai tem 57 anos e a vida toda trabalha como artesão.

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Todas essas riquezas artesanais atraem e seduzem admiradores que visitam a Central de Artesanato de Parintins localizada na subida do Porto da cidade, esquina das ruas Boulevard 14 de Maio e Gomes de Castro.
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