Nesta sexta-feira (9), o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, renunciou ao cargo de deputado no parlamento. A decisão ocorreu depois que ele recebeu os resultados da investigação que apura declarações enganosas feitas por ele sobre o caso das festas realizadas em seu gabinete, quando era premiê, durante o lockdown em 2020 e 2021, na pandemia da Covid-19.
Boris Johnson divulgou uma nota por meio da qual acusa adversários de tentar expulsá-lo. “Estou sendo forçado a sair por um pequeno punhado de pessoas, sem nenhuma evidência para apoiar suas afirmações e sem a aprovação nem mesmo dos membros do partido conservador, muito menos do eleitorado em geral”, disse no comunicado.
Em meio a vários escândalos, Johnson renunciou ao cargo de primeiro-ministro em 2022, mas continuou como legislador no parlamento britânico.
O ex-premiê afirmou ainda que “é muito triste deixar o parlamento – pelo menos por enquanto”.
As festas com convites para mais de 100 funcionários do gabinete de Boris Johnson ocorreram no jardim da residência oficial do governo, em 2020 e 2021, época de lockdown no Reino Unido devido à Covid-19.
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