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Durante assembleia geral realizada nesta sexta-feira (2), trabalhadores da educação do Amazonas aceitaram a contraproposta oferecida pelo Governo do Estado no último dia 31, quando foi ofertado o reajuste de 15,19%, sendo 8% imediato, 3% em outubro e 4,19% em maio 2024.
Também foi aprovada a devolução dos descontos das faltas em 10 dias condicionados ao encerramento do movimento grevista, enquadramento vertical de imediato e horizontal vinculado a estudo de impacto de folha para 2014, construção de uma comissão para revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) com garantia da participação dos representantes dos trabalhadores e um calendário de reposição.
Os professores informaram que voltarão às escolas na segunda-feira (5), mas que podem retornar para a greve a qualquer momento sem a necessidade de cumprir os ritos legais e assembleia.
Contudo, durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira (1), o governador Wilson Lima afirmou que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) não aceitou os 15,19% oferecidos e que o reajuste será de 8% relativo à data-base de 2022 a serem repassados imediatamente para todos os funcionários da Educação estadual.
O governo também vai aumentar em 18,42% o valor do auxílio-transporte dos servidores da educação, saindo de R$ 167,20 para R$ 198, além de conceder progressões de carreira.
A greve dos professores da rede estadual de educação iniciou no dia 17 de maio onde os professores pediam pelo reajuste de 25% na data-base. Para Lima, existe um movimento político por trás das manifestações visando as eleições de 2024.
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