
CBA tem novo presidente do conselho de administração, Rodrigo Rollemberg
Rodrigo Rollemberg é o novo presidente do Conselho de Administração do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), conforme ofício do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDCI), assinado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, desta sexta-feira (26).
No Twitter, Rollemberg agradeceu o desafio e a confiança do ministro para a missão. “Acabo de ser indicado para a presidência do conselho de administração do CBA – Centro de Bionegócios da Amazônia. Que responsabilidade!! Que desafio!! Viver é assumir desafios!!!!”
Em março, Rodrigo foi nomeado secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC.
Natural do Rio de Janeiro, Rollemberg é bacharel em História pela Universidade de Brasília (UnB) e servidor da carreira de Analista Legislativo do Senado Federal. Já foi deputado distrital nos anos de 1995 a 1998 (suplente) e de 1999 a 2002; deputado federal pelo Distrito Federal, de 2007 a 2011; senador pelo Distrito Federal, de 2011 a 2014; e governador do Distrito Federal, de 2015 e 2018.
Ocupou ainda os cargos de secretário de Turismo, Lazer e Juventude do DF e de secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia no primeiro mandato do governo Lula.
Foi presidente da comissão de meio ambiente, defesa do consumidor e fiscalização e controle do Senado Federal durante a votação do Código Florestal.
Após duas décadas, um antigo anseio das populações da Amazônia foi finalmente atendido. O Governo Federal assinou no início do mês o Decreto Presidencial que qualifica a Organização Social (OS) responsável pela gestão do agora denominado Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA).
A partir de então, o CBA deixa de ser vinculado à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e passa a ser gerido pelo consórcio liderado pela Fundação Universitas de Estudos Amazônicos (Fuea), em conjunto com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT-SP). Com personalidade jurídica própria, terá autonomia para captar recursos e ampliar atividades.
A iniciativa permitirá ao Centro multiplicar seu orçamento e desenvolver tecnologias e novos negócios a partir dos recursos naturais da Amazônia. Os investimentos públicos previstos para os próximos quatro anos chegam a R$ 47,6 milhões. Com o novo status jurídico, também será possível para o CBA, a partir de agora, acessar recursos disponíveis na iniciativa privada para pesquisa, desenvolvimento e inovação.
“A instituição da personalidade jurídica do CBA, além de pleito esperado pela sociedade há mais de vinte anos, concretiza um processo iniciado quando nos foi delegada a missão de tornar o Centro uma instituição mais dinâmica, integrada ao ecossistema de inovação e próxima dos setores de atividade que podem adensar as cadeias da bioeconomia na região”, explica Fábio Calderaro, atual gestor do Centro.
