10/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Ipaam realiza orientação técnica para construção de aterro sanitário em Presidente Figueiredo

Publicado em 18 de maio, 2023

Ipaam realiza orientação técnica para construção de aterro sanitário em Presidente Figueiredo

Aterro sanitário deve ser adotado para solucionar a destinação de resíduos sólidos do munícipio

Com o objetivo de fiscalizar quanto à coleta, transporte e destinação final de resíduos sólidos urbanos (RSU’s) em Presidente Figueiredo (a 117 km de Manaus), o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), por meio de fiscais da Gerência de Recursos Minerais (Germi), esteve no município e reuniu com o Secretário Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Luiz Augusto Schwade.

No encontro, realizado na terça-feira (16/05), ações foram discutidas para remediação do vazadouro atual (lixão), ou seja, o cumprimento de uma notificação que foi emitida há algum tempo à prefeitura municipal, como também situações legais referentes ao local que abrigará o futuro aterro sanitário do município.

Juliano Valente, diretor-presidente do Ipaam, aponta que a construção de empreendimentos, que visam organizar e melhorar o acondicionamento de resíduos sólidos, garante ao município uma forma adequada de descarte do lixo produzido pela população.

“O aterro sanitário nada mais é que a forma mais eficiente e segura para a destinação de resíduos sólidos coletados em uma cidade/município. Leva segurança sanitária e colabora para o bem-estar do meio ambiente”, afirmou Valente.

A equipe técnica do Ipaam, composta pelo analista ambiental Edson Gomes e pela assessora técnica Lilian Dirane, analisou dados como profundidade das valas que serão cavadas para o aterramento dos resíduos, sistemas de drenagem de gás e chorume, além da localização em que se dará a construção do empreendimento.

Gomes afirma que para uma destinação segura dos resíduos sólidos, o projeto de aterramento deve ser muito bem planejado e conter especificações que se fazem necessárias para a eficácia do sistema.

“Um aterro sanitário precisa de uma infraestrutura robusta com uma área com distâncias adequadas de áreas habitadas, de vias públicas e corpos d’água”, aponta o analista. Além de impermeabilização, cobertura diária, máquinas especiais para manutenção e drenagem para águas pluviais, efluentes gerados no aterro sanitário como o chorume, que necessita de estação de tratamento dedicada aos líquidos do lixo enviados, que são altamente perigosos quando lançados em corpos receptores, e gases que devem passar por tratamento para uso posterior como geração de energia, por exemplo.

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