
Segundo a Polícia Civil do Pará, Carolina é suspeita de coordenar inúmeras ações criminosas em Belém e na região metropolitana da capital paraense.
Foto: Reprodução
Suspeita de envolvimento no latrocínio (roubo seguido de morte) do delegado da Polícia Civil do Amazonas, Aldeney Goes, em Belém (PA), Carolina Moraes Negrão, foi presa na última quinta-feira, 16/2, na cidade de Tubarão (SC), durante uma operação conjunta entre as polícias civis de Santa Catarina e Pará.
Conforme a Polícia Civil do Pará, as investigações sobre o caso mostraram que Carolina coordenava ações criminosas na região metropolitana de Belém, dando abrigo e fornecendo armas e demais materiais para a execução dos crimes, o que incluiu a morte do policial amazonense.
Após o latrocínio do delegado, Carolina fugiu para Santa Catarina, onde foi presa por conta de vários crimes, entre eles o caso Aldeney.
Carolina é a quinta pessoa presa suspeita de envolvimento na morte do delegado da Polícia Civil do Amazonas. Deyvide José Santos, o “Jereba”, foi o primeiro envolvido a ser preso em Araguaína (TO), dois dias após o crime. No dia 2 de novembro, o casal Célio Barbosa Carvalho, o “Espoca”, e Kelri Neves Machado também foi preso no município de Araguaína, suspeito de abrigar e auxiliar a fuga de Mikael Gustavo de Moraes, o “Louco”.
Louco foi capturado na cidade Barra do Corda (MA), em um posto de gasolina na saída da cidade, às margens da BR-226, no dia 4 de novembro. Ele também estava envolvido diretamente no crime contra o delegado Aldeney Goes.
O delegado Aldeney Goes foi assassinado a tiros em uma farmácia localizada na avenida Senador Lemos com a Doutor Freitas, no bairro Sacramento, em Belém, no dia 28 de outubro do ano passado. O policial chegou a ser socorrido e levado para uma unidade de saúde no mesmo bairro, porém, não resistiu aos ferimentos e morreu. No momento do crime, Aldeney havia entrado no estabelecimento para comprar alguns remédios. O delegado estava de férias com a família.
Natural de Tabatinga (AM), Aldeney era o delegado titular do 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), no bairro Ponta Negra, zona Oeste, e estava na Polícia Civil há 21 anos.
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