
Foto: Divulgação/Mauro Neto/Faar
Superação e qualidade de vida são marcas registradas do Programa +RespirAR. Lançado pelo Governo do Amazonas e coordenado pela Fundação Amazonas de Alto Rendimento (Faar), o programa tem mudado a vida de pacientes com sequelas da covid-19, ou que tenham sofrido distúrbios ortopédicos e trabalha também a reabilitação para questões neurológicas leves.
“Graças ao governador Wilson Lima, hoje, o +RespirAR é um Programa de Estado, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Estamos trabalhando para desenvolver o nosso estado por meio de políticas públicas para oferecer sempre os melhores serviços para sociedade”, declara o diretor-presidente da Faar, Jorge Oliveira.
Com cinco meses de tratamento no núcleo do +RespirAR no Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou, a paciente Dayse Maria de Freitas, 54, que possui paralisia cerebral espástica, conta com orgulho a importância do programa para sua reabilitação no corpo e na mente.
“Desde o início do meu tratamento fui bem atendida e acolhida por todos os profissionais. Hoje, eu tenho mais força no corpo e equilíbrio por conta do tratamento na fisioterapia, além disso, fiz novas amizades, consigo me relacionar melhor e todo o processo me ajuda emocionalmente também”, comenta.

Foto: Divulgação/Mauro Neto/Faar
Após uma fratura no fêmur em um acidente de trânsito, David da Silva chegou ao programa com muitas dificuldades para realizar atividades motoras e tarefas diárias. Encaminhado à fisioterapia, o paciente fala sobre a recuperação por meio do tratamento.
“Eu cheguei aqui não conseguia andar direito, nem flexionar o joelho, agora, já voltei a fazer todas essas atividades, já estou quase correndo, trabalhando e fazendo meus serviços. O +RespirAR mudou minha vida”, ressalta.
Iniciado na Vila Olímpica de Manaus, atualmente o programa governamental conta com um total de 10 núcleos de atendimentos espalhados pela capital amazonense.
“O principal propósito do +RespirAR, criado pelo Governo do Estado, é trazer mais qualidade de vida aos pacientes. Aqui no Magdalena recebemos diversos diagnósticos e nosso trabalho por meio da fisioterapia e educação física é fazer com que essas pessoas possam desenvolver suas atividades diárias, tenham mais confiança nas suas habilidades e funcionalidades”, afirma a fisioterapeuta Karolayne Souto.
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