
Klara Castanho. Foto: Divulgação
O Conselho Regional de Enfermagem (Coren-SP) decidiu arquivar essa semana um processo de sindicância sobre um suposto vazamento de informações por parte de uma profissional da área em relação a entrega de um filho da cantora para a adoção que foi concebido de um estupro.
Em nota, o Coren-SP disse que, a partir das informações divulgadas nas redes sociais da atriz, “seguiu todos os ritos processuais, solicitou documentos à instituição hospitalar e convocou os profissionais do plantão à época, porém não constatou a participação de nenhum profissional de enfermagem em relação ao vazamento de quaisquer informações sigilosas de pacientes, o que levou ao arquivamento do processo”.
Todo o material coletado em sindicância foi entregue a Delegacia da Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo informou o conselho profissional.
Os advogados de defesa da atriz informaram que acompanham o caso de perto e que “todas as medidas judiciais fundamentais foram tomadas pela equipe jurídica da atriz, para que os envolvidos sejam investigados e respondam por seus atos”.
O Jornalista Léo Dias revelou durante o segundo semestre do ano passado que a atriz Klara Castanho teria tido um filho e que entregou para adoção. O caso gerou repercussão e a triz se pronunciou por meio de suas redes sociais que a informação era sigilosa e que a criança teria sido fruto de um estupro.
Com o decorrer do caso as informações preliminares deram conta de que a equipe médica teria vazado a informação, o que não é ético porque a criança foi fruto de um crime de estupro e a atriz havia pedido para ter o episódio preservado. Ainda segundo a atriz a equipe médica ainda forçou moralmente a atriz a cuidar da criança e não entregar para adoção. Pela divulgação da informação e por comentários feitos por ele, a atriz Antônia Fontenelle e a youtuber Adriana Kappaz sobre a atitude de Klara Castanho, Léo Dias foi hostilizado nas redes sociais.
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