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Oito pessoas suspeitas de envolvimento na explosão que destruiu parte da ponte que ligava a Rússia à península da Crimeia foram presas. A explosão aconteceu no último dia 8.
A informação é do Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB). Foram presos cinco cidadãos russos e três da Ucrânia e da Armênia.
O FSB afirma que a explosão foi planejada pela inteligência militar ucraniana e pelo seu diretor, Cirilo Budanov. A bomba teria sido transportada da Ucrânia para a Rússia através da Bulgária, da Geórgia e da Armênia.
A bomba foi detonada em um caminhão e a explosão destruiu uma parte da ponte. Sete tanques de um trem que transportava combustível foram incendiados e três pessoas, que estariam em um carro ao lado do veículo, morreram.
As informações divulgadas pelo FSB foram minimizadas pela Ucrânia. O porta-voz do Ministério do Interior, Andrii Iusov, qualificou de absurdas as alegações e disse que tanto o FSB quanto a comissão criada para apurar as causas da explosão são “estruturas falsas que servem ao regime de [Vladimir] Putin”.