21/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Brasil tem Irã como rival nas oitavas do Mundial de vôlei masculino

Publicado em 01 de setembro, 2022

Confronto será na próxima terça (6), às 16h, na cidade polonesa de Gliwice. Foto: Divulgação

A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) definiu os horários dos confrontos das oitavas de final do Campeonato Mundial masculino da modalidade, realizado na Eslovênia e na Polônia. O Brasil enfrentará o Irã na próxima terça-feira (6), às 16h (horário de Brasília), na cidade polonesa de Gliwice.

O confronto foi definido com base nos resultados da primeira fase. A seleção brasileira liderou o Grupo A, com três vitórias em três partidas e dois sets perdidos, tendo a quinta melhor campanha geral. Os iranianos, que ficaram em segundo no Grupo F, tiveram o 12º desempenho entre os 16 classificados. Quem avançar pega o ganhador de Sérvia e Argentina, que também jogam na próxima terça, em Gliwice, mas às 12h30.

O retrospecto é favorável aos brasileiros contra os iranianos. Em 18 partidas, são 15 vitórias e três derrotas. O último jogo foi na Liga das Nações deste ano, em Sofia (Bulgária), com triunfo verde e amarelo por três sets a zero (30/28, 25/23 e 25/19). O ponteiro Lucarelli, com 15 pontos, foi o destaque da equipe comandada por Renan dal Zotto na ocasião.

O mata-mata do Mundial começa neste sábado (3), com a Eslovênia jogando em casa contra a Alemanha, em Liubliana, às 12h30. Mais tarde, às 16h15, no mesmo local, tem Itália e Cuba. No domingo (4), são mais dois jogos, ambos em Gliwice. Às 12h30, a Turquia encara os Estados Unidos. Na sequência, às 16h, a anfitriã Polônia pega a Tunísia. Na segunda-feira (5), o torneio retorna para Liubliana, com Holanda e Ucrânia duelando às 12h30 e França e Japão às 16h.

O Brasil é tricampeão mundial de vôlei entre os homens e esteve presente nas últimas cinco finais, levantando a taça em 2002 (superando a Rússia), 2006 (Polônia) e 2010 (Cuba), e ficando com o vice em 2014 e em 2018 (ambas com derrota para os poloneses). Caso conquiste o tetra, o país se isolaria como maior vencedor em atividade e segundo na história, atrás somente da extinta União Soviética, dona de seis troféus.

Agência Brasil

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