09/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Bolsonaro convoca apoiadores a irem às ruas em 7 de setembro

Publicado em 24 de julho, 2022

Bolsonaro convoca apoiadores a irem às ruas em 7 de setembro

Em convenção do PL, realizada na manhã deste domingo (24/7), no estádio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro convocou apoiadores para as ruas no dia 7 de setembro.

“Nós somos a maioria, nós somos do bem, nós temos disposição para lutar pela nossa liberdade, pela nossa pátria. Convoco todos vocês agora para que todo mundo, no 7 de Setembro, vá às ruas pela última vez”, disse.

“Estes poucos surdos de capa preta têm que entender o que é a voz do povo. Têm que entender que quem faz as leis é o poder Executivo e o poder Legislativo. Todos têm que jogar dentro das quatro linhas da Constituição. Interessa para todos nós. Não queremos o Brasil dominado por outra potência. O que nós queremos é paz e tranquilidade, respeito à Constituição”, completou o presidente.

O presidente também usou o momento para exaltar feitos de seu governo, como a conclusão das obras da transposição do rio São Francisco, da BR-163 e o trabalho do Exército para levar água à população. Além de anunciar que vai manter o Auxílio Emergencial de R$ 600 em 2023.

Sem corrupção

O chefe do Executivo afirmou que seu governo passou por “três anos e meio sem corrupção” e aproveitou para alfinetar o PT: “A corrupção era o combustível de governos anteriores”, afirmou. Em outro momento, chamou o ex-presidente Lula de “bandido” e “cachaceiro”.

“Querem dar a Presidência da República para um cachaceiro? O que eu falo não é um ataque, é uma constatação”, disse Bolsonaro.

Segundo a assessoria de imprensa do PL, a estimativa de público bateu 12 mil. A capacidade do ginásio é estimada em 13 mil.

A primeira-dama Michelle Bolsonaro abriu o evento em meio a lágrimas e adotou a estratégia de dirigir seu discurso às mulheres. Diante de seus correligionários, ela permeou sua fala com citações à Deus e afirmou que a “chama do patriotismo foi reacendida” com o governo de seu marido, o presidente Jair Bolsonaro.

“Falam que ele não gosta de mulheres e ele foi o presidente da história que mais sancionou leis para proteção às mulheres, 70 leis. Ele está cuidando de uma mãe, quando leva água para o nordeste. A diferença é que ele faz, é que ele não quer se promover. Nós queremos entregar, esse é o nosso compromisso desde o dia 1º de janeiro de 2019”, afirmou Michelle.

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