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Um grupo encabeçado pelo deputado estadual bolsonarista Rodrigo Amorim (PTB-RJ) é acusado de interromper um ato político no Rio de Janeiro, neste sábado (16). A acusação é de lideranças políticas e militantes de partidos de esquerda, que relatam ainda a presença de homens armados.
O ato teve a participação do deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ), pré-candidato ao governo estadual. Até o momento, ele não se manifestou sobre o ocorrido.
De acordo com os militantes, eles foram encurralados em ponto de encontro na Praça Saens Pena, na Tijuca, zona norte do Rio.
“Eu e outros militantes de esquerda estávamos em uma caminhada c/ o Freixo na Praça Saenz Pena quando fomos atacados por um grupo armado bolsonarista liderado pelo Dep. Rodrigo Amorim, q nos agrediu, quebrou bandeiras e nos ameaçou”, postou no Twitter o o pré-candidato a deputado estadual Rodrigo Mondego (PT).
Em um vídeo compartilhado nas redes sociais é possível ver uma discussão entre Rodrigo Amorim e outra pessoa não identificada. O deputado é acompanhado por outros homens. A gravação exibe ainda gritos e xingamentos entre os participantes do ato.
“Na manhã deste sábado, 16 de julho, marquei encontro com apoiadores e amigos na Praça Saens Pena – a 300 metros da minha residência – para irmos ao encontro promovido pelo @ptb14 em São Cristóvão. Eis que de repente surge o deputado @MarceloFreixo em CAMPANHA ANTECIPADA, ao lado de seus seguranças armados e IRREGULARES (já temos CPI para investigar isso)”, escreveu Amorim.
“Os militantes de esquerda, os APRENDIZES DE ADÉLIO, aquele vagabundo que quase tirou a vida do presidente, começaram a fazer ofensas contra a minha família e contra o presidente Bolsonaro. O que eu fiz foi responder no mesmo tom, pois tal como aconteceu em Paty do Alferes, quando ataquei o ganso Xamã porque ele xingou o presidente, eu não levo desaforo pra casa”, continuou o deputado. “Registrei na Polícia Civil o CRIME CONTRA A HONRA, e também no Ministério Público Eleitoral a PROPAGANDA ANTECIPADA ILEGAL do deputado Freixo.”
Rodrigo Amorim ficou conhecido em 2018 após a quebra, acompanhado pelo deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), de uma placa em homenagem à vereadora Marielle Franco.
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