
O 7º Salão de Artes Parintins em Cores vai reunir mais de 200 obras de artes de mais de 30 artistas plásticos, visuais, fotógrafos, escultores e artesãos. Foto: Peta Cid
Parintins (AM) – A arte impressionista, realista, abstrata e contemporânea, destacando tendências e estilos modernos ganha destaque no 7º Salão de Artes Parintins em Cores, que vai reunir mais de 200 obras de artes de mais de 30 artistas plásticos, visuais, fotógrafos, escultores e artesãos.
A exposição será aberta a partir de terça-feira, 21, às 18h, no Salão Paroquial e Centro Social da Catedral de Nossa Senhora do Carmo.
Assinada pelo Coletivo Parintins em Cores, criado pelos artistas visuais Afonso Filho, Josinaldo Matos e Arildo Mendes em 2016, este ano, a exposição do Salão de Artes Parintins em Cores foi aprovada pelo edital público n° 07/2021/ Prêmio Amazonas Criativo, do Governo do Estado do Amazonas.

A exposição será aberta a partir desta terça-feira, 21, no Salão Paroquial e Centro Social da Catedral de Nossa Senhora do Carmo. Foto: Peta Cid
Ficarão expostas até 28 de junho pinturas em telas, fotografias, esculturas, entalhes, artesanato, desenhos e uma grande variedade de obras produzidas pelos artistas parantinenses.
O coordenador do Salão de Arte Parintins em Cores, Josinaldo Matos, está otimista com o evento e salienta a visibilidade que o artista parintinense vem conquistando. “Estamos voltando de forma muito positiva depois de vários projetos aprovados e com a arte parintinense colorindo os murais da cidade”, comemorou, salientando a grande procura por obras de todos os estilos.

Foto: Peta Cid
A exposição deveria estar funcionando desde o dia 18, porém o grande volume de trabalho tanto nos bumbás, quanto nos murais ocasionou um adiamento. Mas, segundo Josinaldo, depois de um período de pandemia e com tantos projetos, os artistas estão colhendo frutos de suas obras, conquistando espaços e assegurando renda.

Foto: Peta Cid
Com a expectativa do grande público esperado na cidade esta semana de Festival Folclórico, os artistas esperam por um ótimo faturamento na comercialização de suas obras.
Por Peta Cid
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