Massacre no Texas: vítimas começam a ser identificadas

Massacre no Texas: vítimas começam a ser identificadas

As vítimas do massacre em uma escola de ensino fundamental de Uvalde, no Texas, na terça-feira (24), começaram a ser identificadas nesta quarta-feira (25). O agressor, que também morreu, assassinou 19 estudantes e duas professoras.

Entre as vítimas, estão os alunos Xavier Lopez, 10; Nevaeh Bravo; Amerie Jo Garza, 10; Uziyah Garcia, 9; e as professoras Irma Garcia e Eva Mireles.

A polícia segue no local para identificar todas os mortos. Veja, abaixo, as vítimas já identificadas:

No mesmo dia do massacre, algumas horas antes, Xavier Lopez, 10, recebeu um “certificado de honra” pelo seu bom desempenho no ensino básico, que terminaria em apenas alguns dias, contou a mãe de Lopez, Felicha Martínez, ao jornal “Washington Post”.

Martínez disse ao jornal que foi à cerimônia na escola no mesmo dia, mas não imaginava que seria o último momento que teria com o menino.

Ela disse ainda que seu filho estava animado para a próxima etapa de sua educação, e que era um menino alegre.

“Ele era o menino mais doce que eu já conheci”. Foi dessa forma que Manny Renfro, avô de Uziyah Garcia, uma das vítimas, se referiu a seu neto. “Nós jogávamos futebol americano juntos, ele era muito rápido. E o menino mais doce que eu já conheci”, contou Renfro à agência de notícias Associated Press.

Desaparecida

O pai de Amerie, que passou a noite buscando pela filha, que estava desaparecida. Nesta manhã, ele confirmou através das redes sociais que ela estava entre as vítimas. “Meu pequeno amor está voando alto com os anjos agora”, lamentou, em uma publicação em uma rede social.

Parentes da professora do quarto ano da escola Eva Mireles, 44, confirmaram pelas redes sociais que ela foi uma das vítimas do massacre. “Ela era aventureira e eu poderia dizer um monte de coisas maravilhosas sobre ela. Vai fazer muita falta”, disse Amber Ybarra, parente de Mireles e ex-aluna do colégio.

“Para mim, esse caso alerta para a necessidade de olhar para a saúde mental das pessoas”, opinou.

A professora Irma Garcia lecionava na Robb Elementary School havia 23 anos. Segundo a rede de televisão “NBC”, o filho de Irma afirmou que policiais que estavam no local viram que Irma deitou em cima das crianças para protegê-las.

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