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Com a retomada pelo Parlamento italiano das discussões sobre uma lei para regular o suicídio assistido, o papa Francisco condenou o procedimento, nesta quarta-feira (9), classificando-o como um desvio inaceitável da ética médica.
O pontífice fez elogios às práticas de cuidados paliativos que buscam auxiliar pacientes terminais a viverem de uma maneira mais confortável e humana, o quanto for possível. “Mas precisamos ter cuidado para não confundir essa ajuda com desvios inaceitáveis que levam a assassinatos. Precisamos acompanhar a morte, não provocar a morte ou auxiliar qualquer tipo de suicídio”, declarou o papa, durante a audiência geral das quartas-feiras.
O projeto de lei que regula o suicídio assistido começaria a ser debatido hoje. A proposta permite que pacientes terminais busquem o suicídio assistido pelo sistema de saúde nacional, além de proteger médicos de eventuais processos legais. Os partidos políticos italianos continuam divididos a respeito do assunto.
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