16/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Banda Pato Fu fala de acertos e erros em 30 anos de carreira no podcast ‘Essenciais’, da Deezer

Publicado em 08 de fevereiro, 2022

O grupo revela curiosidades e detalhes sobre o processo de criação de seus maiores sucessos em conversa com Zeca Camargo. Foto: Divulgação

Sem a força da internet, a banda mineira Pato Fu se firmou no cenário independente do rock nacional nos anos 1990. O trio, formado por Fernanda Takai, John Ulhoa e Ricardo Koctus, revelou curiosidades e detalhes sobre o processo de criação de seus maiores sucessos, o que lhes rendeu desde trilhas de novelas a grandes parcerias, em conversa com Zeca Camargo no “Essenciais”, podcast original da Deezer.

Ouça o episódio completo aqui. E, se quiser conferir as 15 faixas tocadas no programa, confira a playlist na Deezer.

Durante o bate-papo, o trio comenta sucessos como “Sobre tempo”, que fez com que o Pato Fu se lançasse no cenário musical nacional. “Essa foi a nossa primeira canção que tocou na rádio, há 30 anos, e até hoje é atemporal. É uma música pop e naquele momento a gente achava que era o hit certo para demonstrar nosso trabalho”, diz a vocalista, Fernanda Takai.

No mesmo álbum, intitulado “Gol de Quem?”, a faixa “Vida de Operário” revela a banda como uma promessa. “É uma música muito singela com viola caipira. Fazíamos uma coreografia super bocó nos shows. Isso dá certo até hoje”, lembra John.

“Pinga” é também um marco na carreira do grupo. E o título já diz tudo: a fala é sobre o vício na bebida, porém de maneira hilária. “Por um tempo paramos de tocar essa música nos shows porque nesse período éramos conhecidos como banda engraçadinha e nos comparavam com os Mamonas Assassinas. Nada contra eles, claro, mas não era algo que não conseguiríamos sustentar. Tem uns 20 anos que não tocamos essa música”, brinca John. “ A última vez que tocamos ‘Pinga’ foi no Rock in Rio de 2001”, completa Fernanda.

A banda ainda comenta sobre se arriscar em outras línguas como em “Made in Japan”. “Desde o primeiro disco que lançamos há músicas em outros idiomas. É muito bom ver as pessoas cantando em japonês. Vários fãs cantam a música melhor do que eu”, comenta a cantora.

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