30/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Adaf promove palestras durante a 43ª Exposição Agropecuária do Amazonas

Publicado em 09 de dezembro, 2021

A importância da manipulação correta de agrotóxicos no campo e os avanços do Amazonas na vigilância para febre aftosa foram os temas abordados. Foto: Divulgação/Adaf

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Amazonas (Adaf), uma das entidades que integram o Sistema Sepror, abriu sua participação na 43ª Exposição Agropecuária do Amazonas (Expoagro), nesta quinta-feira (9/12), com palestras sobre a importância da manipulação correta de agrotóxicos no campo e os avanços do Amazonas na vigilância para febre aftosa. Ministrada pelos servidores das Gerências de Fiscalização de Agrotóxico (GFA) e de Defesa Animal (GDA), Michaell Santos e Laércio dos Santos, as exposições reuniram produtores, universitários e visitantes da feira.

Realizada das 14h às 15h30, na sala 1, da Vila Olímpica, no bairro Alvorada, zona Centro-Oeste de Manaus, a palestra “Boas práticas na aplicação de agrotóxico” destacou pontos como o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e a manipulação adequado dos defensivos agrícolas.

“O uso incorreto de agrotóxicos é extremamente perigoso para o produtor, consumidor e também para o meio ambiente. Daí a importância da educação. É preciso educar para que o produtor não sofra, para que ele não se contamine e não contamine o meio ambiente”, destacou o engenheiro agrônomo fiscal agropecuário, Michaell Santos.

Fiscalizar a manipulação de defensivos agrícolas, assim como cadastrar estabelecimentos que comercializam esse tipo de produto estão entre as atribuições da Adaf, por meio da GFA.

Febre aftosa

O médico veterinário da Gerência de Defesa Animal (GDA), Laércio dos Reis, comandou a segunda palestra da autarquia, no primeiro dia do evento. A explanação “Febre aftosa: Status no Amazonas e Perspectivas Futuras”, também foi realizada, na sala 1, da Vila Olímpica, desta vez, das 15h30 às 17h. A conscientização dos envolvidos na cadeia do agronegócio em relação a febre aftosa esteve entre os aspectos destacados pelo palestrante durante a apresentação.

“Discutir sobre o status do Amazonas em relação a febre aftosa e as perspectivas futuras contribui para ganhos sanitários como a vigilância constante e a garantia de não ocorrência de focos da doença no território amazonense. Já no aspecto econômico, é possível abrir uma série de oportunidades de comércio internacional. Nossa perspectiva para o futuro é um estado inteiramente livre da febre aftosa sem vacinação, que é considerado o maior status sanitário existente”, afirmou.

Graças aos esforços para promover a sanidade animal, em âmbito estadual, o Amazonas conta hoje com 13 municípios livre de febre aftosa sem vacinação. Reconhecimento concedido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para as cidades de Apuí, Boca do Acre, Canutama, Humaitá, Lábrea, Manicoré, Novo Aripuanã, Pauini, Guajará, Envira, Eirunepé, Ipixuna, Itamarati e parte de Tapauá. Na prática, esses municípios estão autorizados a comercializar bovinos e bubalinos para todo o Brasil.

Veja mais notícias em Cidade

RELACIONADAS

Portal do Marcos Santos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.