
A obra do Prosamin+ no igarapé do 40 contempla a construção de uma via que vai interligar o Distrito Industrial à área central da cidade. Foto: Divulgação/Tiago Corrêa/UGPE
Com a chegada do verão amazônico, o Governo do Estado, por meio da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), avança com as intervenções do Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+) no leito do igarapé do 40, na zona Sul da capital.
A obra do Prosamin+ no local contempla a construção de uma via que vai interligar o Distrito Industrial à área central, através da ligação da avenida Silves à Manaus Moderna. A requalificação urbanística vai dotar a área com obras de macro e microdrenagem, redes de coleta de esgoto, construção de novas áreas para prática esportiva e convívio social, como também, as reformas dos campos Betanhão e Noroeste.

Foto: Divulgação/Tiago Corrêa/UGPE
As obras no local vão reassentar mais de 5 mil pessoas desse trecho do leito do igarapé. A intervenção do Prosamin+ no igarapé do 40 vai proporcionar infraestrutura adequada para o lazer e mobilidade, uma nova alternativa para o trânsito e trazer mais qualidade de vida para os manauaras.
As obras ganharam celeridade após a vazante do rio Negro, que devido a cheia histórica, a área de intervenção inundou e limitou o andamento das obras, obrigando os serviços a se limitarem à demolições e a limpeza da área.
Atualmente os trabalhos estão direcionados no revestimento do canal do igarapé, troca de solo, retirada de lixo e terraplanagem. Além disso a área dos Campos Betanhão e Noroeste, campos comunitários que serão revitalizados pelo programa, já tiveram sua terraplanagem concluída e aguardam o andamento da revitalização.

Foto: Divulgação/Tiago Corrêa/UGPE
O subcoordenador de engenharia da UGPE, João Benaion, afirma que com a descida do nível das águas do igarapé do 40 é possível dar mais celeridade e executar de forma simultânea vários serviços.
“Hoje estamos atuando na troca de solo e na terraplanagem, como também no desvio do curso da água para que possamos executar o revestimento das margens do igarapé, através da construção dos colchões de reno, que são estruturas formadas por armações de grades preenchidas com pedras”, afirmou.