15/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Flutuante-balneário incendeia na madrugada e vira cinzas. Veja fotos e vídeo

Publicado em 15 de agosto, 2021

Flutuante-balneário incendeia

Flutuante-balneário incendeia e visitantes habituais do domingo encontraram apenas os escombros no local

Um dos mais conhecidos e frequentados balneários da orla do Município do Careiro Castanho, o “Balneário do Thomé”, virou cinzas. Foi na madrugada deste domingo (15/08), quando um incêndio de origem desconhecida transformou o local em fogueira. Pela manhã, os moradores viram incrédulos a madeira transformada em cinzas.

O fogo, tão repentino quanto intenso, não permitiu qualquer ação dos que presenciaram e, no máximo, puderam fazer fotos e vídeos. As informações de fontes no Município são de que não houve vítimas, apesar da voracidade das chamas.

O lazer na sede municipal é escasso e o Balneário do Thomé era uma das melhores opções de fim de semana para “tomar uma gelada” e mergulhar no rio.

Flutuante-balneário incendeia

Proprietários e curiosos observam, desolados, os prejuízos do incêndio

Os proprietários estão fazendo vaquinha, nas mídias sociais, em busca de ajuda para bancar os prejuízos e reconstruir o flutuante.

 

História

O Careiro Castanho fica a cerca de 102 quilômetros de Manaus, na rodovia BR-319 (Manaus-Porto Velho). Careiro significa “Caminho de índio” e Castanho é para diferenciar do vizinho Careiro da Várzea. Tem cerca de 38 mil habitantes. Era uma vila e foi transformado em Município em 1955.

O Castanho abriga alguns dos rios mais piscosos da Amazônia. É um campeão da pesca esportiva, que tem o tucunaré como alvo dos pescadores. Divide com o vizinho Autazes rios e lagos conhecidos, como é o caso do rio Juma.

A sede municipal é um marco da luta pelo asfaltamento da rodovia BR-319. Até lá, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) conseguiu levar algum asfaltamento. Depois, chegando no KM-200, no rio Igapó Açu, ainda há sinais da presença do Estado. A partir daí, o barro transforma a estrada em poeira no verão e lama no inverno. É onde começa o chamado “trecho do meio” da rodovia federal.

Com a enchente recorde deste ano, ultrapassando o marco da histórica “cota 30” (30 metros), no rio Negro, diversos trechos da estrada ficaram alagados. O asfalto foi seriamente danificado. Os moradores aguardam a ação do Dnit para recuperar os estragos.

Veja o vídeo do momento em que as labaredas estavam no auge:

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