13/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Obras de infraestrutura são realizadas no ramal Cachoeira do Leão, no quilômetro 37 da AM-010

Publicado em 12 de agosto, 2021

Cerca de oito quilômetros do ramal Cachoeira do Leão serão asfaltados por meio dos serviços da Seminf. Foto: Divulgação/Márcio Melo/Seminf

A Prefeitura de Manaus já iniciou as obras de infraestrutura no ramal Cachoeira do Leão, no quilômetro 37 da rodovia AM-010. Os serviços, que visam asfaltar cerca de oito quilômetros do ramal, estão sendo realizados por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), para garantir a trafegabilidade das famílias, o direito das crianças de ir e vir da escola com segurança e o escoamento de produtos agrícolas dos pequenos agricultores da região.

Máquinas e servidores da Seminf realizaram a terraplanagem e a compactação total do solo e, nesta quinta-feira (12), as obras seguem com a aplicação da fresa, o que garante uma nova estrutura para os moradores.

“Essa obra tem grande relevância para os moradores da região. Além de facilitar o escoamento dos produtos dos agricultores, uma das maiores reclamações que recebemos era que as crianças não podiam mais ir à escola. O ônibus escolar que vinha até a porta desses alunos para levar à escola ficava a uma distância de quase 1,5 quilômetro e elas tinham que se deslocar por cima de lama, melando seus pés, às vezes até caindo nessas poças de lamas para poderem ir à escola”, comenta o subsecretário municipal de Comunidades da Seminf, Wagno Oliveira.

“Em dez dias devemos finalizar essa obra para atender a outros ramais. Todo o ramal está fresado, com o material que retiramos de obras nas grandes avenidas de Manaus, como a das Torres e a Torquato Tapajós. Esse material, nas gestões anteriores, não sabíamos o que era feito e, nessa gestão, sabemos o que tem que ser feito, colocando fresa em todos os ramais até o final do mandato”, explica o subsecretário.

As obras no ramal devem durar mais dez dias. Foto: Divulgação/Márcio Melo/Seminf

A dona de casa Elizângela Sena Dias, moradora da região, há mais de 20 anos sofria com os atoleiros e as dificuldades de locomoção. Ela tem acompanhado de perto os serviços, que têm um prazo estimado de mais dez dias de obras.

“Quando a gente ia sair, tinha muita lama. Quando era dia de chuva, a gente não conseguia nem andar, tinha que colocar sandália para fora, dentro de uma sacola, levar uma garrafa com água, para quando chegar à parada do ônibus lavar os pés da gente. Era muito difícil. Agora não, está ótimo”, disse.

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