11/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Cantor Evandro Mesquita relembra o sucesso da Blitz no programa ‘Provoca’ desta terça-feira (20)

Publicado em 19 de julho, 2021

Durante a entrevista com Marcelo Tas, Evandro Mesquita compartilha de um sentimento nostálgico por um Rio de Janeiro de tempos atrás. Foto: Divulgação

O programa “#Provoca”, da TV Cultura, recebe o cantor e ator brasileiro Evandro Mesquita, nesta terça-feira (20). A edição comandada por Marcelo Tas retoma casos do passado do artista, tais como o surgimento e sucesso da banda Blitz, a saudade do Rio de Janeiro de tempos atrás e ainda experiências como quando conheceu Bob Marley. A atração vai ao ar a partir das 21h, na TV Cultura.

Evandro conta de onde surgiu o nome da banda Blitz, que fez sucesso durante os anos 1980. A banda movimentou os estilos musicais da época e, durante a edição, o compositor conta como foi escutar pela primeira vez no rádio o sucesso “Você não soube me amar”. “Foi uma alegria muito grande ver que um trabalho que começou no underground agora começava a ganhar espaço”.

Além disso, o ator compartilha de um sentimento nostálgico por um Rio de Janeiro de tempos atrás. “Eu vejo uma cidade agora sem esquina, esquinas aconchegantes, sem bares. A gente tropeçava em Tom Jobim, Vinícius, Ziraldo, Chico Buarque e Leila Diniz. Eu morava na Lagoa. E toda aquela efervescência dos anos 60 e 70 que me alimentou muito assim, meio que se perdeu”, diz Evandro.

Tas questiona o que possivelmente a Blitz tem a dizer após esses 40 anos e o artista explica ter saudade das “pegadas” dos seus pela cidade.

70 anos

Ainda compartilhando o passado, o ator comenta com humor a chegada de seus 70 anos e relembra histórias como o “verão da lata” que trouxe para o litoral carioca cannabis de melhor qualidade, vindas pelo mar. Além disso, Tas o pergunta sobre o Brasil dos dias de hoje e Evandro explica que deve-se redescobrir o Brasil e retomar o astral perdido nas artes e nas ruas.

Reggae

Por fim, o ator compartilha no “#Provoca” a vez que conheceu o símbolo do reggae, Bob Marley. A história da experiência mística de fumar e trocar alguns momentos com ele ficou: “ter o olho do Bob Marley te olhando, sorrindo, assim sabe, foi uma coisa tatuada na minha alma”, diz o ator.

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