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Na Itália, um grupo de 300 trabalhadores da área de saúde recorreu à Justiça para que seja suspensa a obrigação de vacinação contra a Covid-19 em profissionais médicos e sanitários. A audiência será realizada no próximo dia 14.
A justificativa para a ação, de acordo com o seu autor, o advogado Daniele Granara, é que “as pessoas são obrigadas a correr um risco sob pena de não poderem exercer sua profissão”. Ainda segundo ele, não se trata de “uma batalha dos antivacinas, mas uma batalha democrática”.
O grupo trabalha na região da Lombardia, em Brescia, Cremona, Bérgamo e Mântua, e o recurso foi interposto no tribunal administrativo de Brescia.
Também são defendidos pelo advogado profissionais da saúde que foram suspensos por se recusarem a ser vacinados.
Em abril, uma lei entrou em vigor e prevê que “as pessoas que exerçam uma atividade em estruturas de saúde, públicas e privadas, em farmácias e clínicas privadas são obrigadas a vacinar-se [contra o novo coronavírus]”. O trabalhador que se recusar a cumprir a medida, caso atue em contato com o público, deve ser transferido a outro serviço ou suspenso sem direito a remuneração.
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