02/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Prefeitura faz reconhecimento fluvial de áreas afetadas pela cheia

Publicado em 10 de abril, 2021

Áreas localizadas nos bairros Mauazinho, Centro, Colônia Oliveira Machado, Educados, São Raimundo, Aparecida e Compensa foram avaliadas nesta sexta-feira (9). Foto: João Viana/Semcom/Divulgação

O segundo reconhecimento fluvial, em várias zonas da cidade, das áreas que geralmente são impactadas pela cheia dos rios Negro e Amazonas, foi realizado nesta sexta-feira (9), pela Prefeitura de Manaus. Neste ano, a cheia deverá ser uma das mais severas, conforme monitoramento hidrológico. Ao menos 15 bairros e 5 mil famílias estão sendo monitorados para receber as ações do Executivo municipal.

Áreas localizadas nos bairros Mauazinho, Centro, Colônia Oliveira Machado, Educados, São Raimundo, Aparecida e Compensa, geralmente afetadas pela cheia, foram avaliadas durante a vistoria.

O trabalho contou com representantes das secretarias municipais de Educação (Semed); da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc); do Fundo Manaus Solidária e da Casa Militar, e faz parte do planejamento anunciado pelo prefeito David Almeida, ao confirmar a criação de um comitê que comandará o Plano de Ações Emergenciais contra a cheia.

“Vamos fazer uma sinergia com todas as secretarias envolvidas, diretamente no nosso inverno amazônico. Vamos levantar o número das famílias que serão afetadas, que vão ter que sair no pico da cheia, que está prevista para ser de 29,40 metros. Já iniciamos um trabalho de construção das pontes e passarelas, para manter a acessibilidade das pessoas e minimizar os danos nesse período tão difícil”, informa o diretor de Operações da Defesa Civil, Robson Falcão.

Um novo levantamento será realizado pelas secretarias para auxiliar no planejamento das futuras medidas, que serão adotadas para minimizar os danos causados pela cheia.

Foto: João Viana/Semcom/Divulgação

Cota

Nesta sexta-feira, o nível do rio Negro estava marcando 27,75 metros. Conforme o primeiro alerta de cheia emitido pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), no dia 31 de março, há uma probabilidade de ser registrada este ano uma das cinco maiores cheias da capital.

Foto: João Viana/Semcom/Divulgação

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