
Os mandados foram cumpridos pela Polícia Civil do Estado do Amazonas (PC-AM), por meio da 36ª DIP do Rio Preto da Eva. Foto: Divulgação/SSP-AM
Dois mandados de prisão foram cumpridos nesta quarta-feira (17): um em nome de Cláudio Roberto Flexa de Souza, 44, e outro em nome de Kallel Aparício Flexa, 21, pai e filho, respectivamente, pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio, ocorridos no dia 22 de dezembro de 2017, no município Rio Preto da Eva (distante 57 quilômetros em linha reta da capital). A vítima foi Breno da Silva Ferreira, de idade não revelada. Os mandados foram cumpridos pela Polícia Civil do Estado do Amazonas (PC-AM), por meio da 36ª Delegacia Interativa de Polícia do Rio Preto da Eva.
De acordo com o delegado Henrique Brasil, titular da 36ª DIP, os cumprimentos dos mandados ocorreram após a unidade policial receber, por meio do Disque Denúncia, informações sobre a localização dos dois fugitivos. Eles estavam no quilômetro 135 da Rodovia AM-010, no Ramal 7. Os dois foram presos em residências separadas por 800 metros uma da outra.
No dia 22 de dezembro de 2017, Cláudio Roberto teria pedido um cigarro para Jessé Azevedo Ferreira, que se recusou a atender o pedido, pois, momentos antes, o homem havia negado cerveja para ele. Com a recusa, Cláudio partiu para a agressão física. Durante a briga, Miguel dos Santos Silva Neto entrou na confusão para ajudar Jessé, enquanto Kallel entrou para defender seu pai.
Entretanto, Kallel estava armado com uma faca e, após Cláudio segurar Jessé, o filho desferiu inúmeros golpes contra a vítima. Nisso, na tentativa de ajudar Jessé, Breno da Silva Ferreira também foi “agarrado” por Cláudio e esfaqueado na altura do peito por Kallel. Breno veio a óbito no local e Jessé sobreviveu ao crime.
Os mandados de prisão foram expedidos no dia 24 de maio de 2019, pelo juiz Mauro Moraes Antony, da 3ª Vara do Tribunal de Júri. Cláudio Roberto Flexa de Souza e Kallel Aparício Flexa foram presos nesta quarta-feira (17), passaram pelo exame de corpo de delito e ficarão à disposição da Justiça na unidade policial.
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