
Foto: Divulgação/Adaf
De 1º a 30 de novembro, a Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) promove a segunda etapa da atualização cadastral de animais nos 13 municípios amazonenses do Bloco I do Programa Nacional de Vigilância para Febre Aftosa (Pnefa). No período, os produtores deverão ir à Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (Ulsav) onde sua propriedade estiver cadastrada.
O diretor-presidente da Adaf, Alexandre Araújo, lembrou que a vacinação contra a febre aftosa já está suspensa nos municípios do Bloco I (Apuí, Boca do Acre, Canutama, Humaitá, Lábrea, Manicoré, Novo Aripuanã, Pauini, Guajará, Envira, Eirunepé, Ipixuna, Itamarati e parte de Tapauá). A manutenção desse status sanitário reconhecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) depende de medidas como a atualização cadastral.

No período, os produtores deverão ir à Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (Ulsav) onde sua propriedade estiver cadastrada. Foto: Divulgação/Adaf
“O Estado do Amazonas deu um passo muito importante e precisamos contar com o apoio dos produtores nesse momento, para que façam a atualização cadastral dos seus rebanhos onde foi suspensa a vacinação de febre aftosa”, reforçou.
Além do atendimento presencial, o produtor poderá acessar a ficha de notificação de atualização no site da Adaf e encaminhá-la, preenchida, por e-mail ou WhatsApp da Ulsav em seu município para realizar a notificação.
A atualização é voltada para coletar informações de todos os animais presentes nas propriedades, não apenas bovídeos. “É importante manter os dados atualizados para fins de fiscalização, atendimentos de doenças e para estimativa dos rebanhos do estado”, destacou a fiscal agropecuária médica veterinária da Adaf, Joelma Silva.
As multas pela não declaração custam R$ 20 por animal de médio porte (ovinos, caprinos e suínos) e R$ 40 por animal de grande porte (bovídeos e equídeos).
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