
PF pede prorrogação e ministro do STJ mantém prisão de detidos na Operação Sangria. Foto: Divulgação
A prisão de cinco detidos durante a Operação Sangria, deflagrada pela Polícia Federal no Amazonas, com apoio do Ministério Público Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU), foi prorrogada por mais 5 dias, conforme decisão do ministro Francisco Falcão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A prorrogação foi pedida pela PF para dar continuidade à investigação, inclusive ouvindo os presos no caso da compra de respiradores durante a pandemia de Covid-19 no Amazonas. Os presos estão detidos no Centro de Detenção Provisória Masculino e Feminino no KM 8, da BR-174 (Manaus-Boa Vista), segundo informações da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).
Até às 10h, a Seap ainda não havia recebido comunicado sobre a prorrogação. A prisão inicial de 5 dias terminaria nesta terça-feira (13), à meia-noite.
No Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM) estão o ex-secretário de Saúde Rodrigo Tobias de Souza Lima, o engenheiro clínico Ronald Gonçalo Caldas Santos, o empresário e esposo da ex-secretária de Comunicação Daniela Assayag, Luiz Carlos Avelino Júnior, e o empresário Gutemberg Leão Alencar.
No Centro de Detenção Provisória Feminino está a ex-secretária executiva de Saúde da capital Dayana Priscila Mejia de Souza.
A PF no Amazonas deflagrou, com apoio do Ministério Público Federal e da Controladoria-Geral da União, a segunda fase da Operação Sangria, por meio da qual são investigados fatos relacionados a possíveis práticas de crimes, como pertencimento a organização criminosa, fraude à licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro decorrentes de recursos para o combate à pandemia da Covid-19.
Veja mais notícias em Cidade