01/AGO 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Ex-vice-presidente de ciranda de Manacapuru é preso por estupro de adolescente

Publicado em 14 de setembro, 2020

De acordo com a delegada Roberta Merly, um mandado de prisão preventiva havia sido cumprido contra o homem, em janeiro. Foto: Divulgação/PC-AM

Um homem, de 39 anos, suspeito de estuprar uma adolescente de 15 anos, foi preso em Manaus, no sábado (12/9). O suspeito é ex-vice-presidente de um grupo de ciranda de Manacapuru. Segundo a polícia, o crime aconteceu em dezembro de 2019, no galpão da agremiação.

A Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Manacapuru (a 68 quilômetros em linha reta da capital) cumpriu o mandado de prisão preventiva em nome do homem por volta de 19h30 de sábado. A prisão foi efetuada em uma via pública, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste da capital.

De acordo com a delegada Roberta Merly, titular da DEP, um mandado de prisão preventiva havia sido cumprido contra o homem, em janeiro deste ano, pelo crime ocorrido no galpão de uma agremiação de ciranda, no bairro Terra Preta, em Manacapuru. Na ocasião, ele era vice-presidente da agremiação.

Segundo a delegada, na época da denúncia, a defesa do homem entrou com recurso de liberdade provisória. O pedido foi aceito pelo juiz Geildson de Souza Lima, da 1ª Vara Criminal de Manacapuru.

“Na concessão da liberdade provisória, o juiz lhe impôs algumas condições, entre elas, a proibição de sair da comarca sem autorização judicial. O processo seguiu, e ao ser procurado pelo oficial de justiça para ser citado, a família informou que ele não morava mais na cidade”, explicou a delegada.

Ao saber da situação de mudança de cidade, o Ministério Público do Amazonas (MP-AM) solicitou a revogação da liberdade provisória do homem e pediu a prisão preventiva. A juíza Alline Kelly Ribeiro Marcovicks Lima, da 1ª Vara Criminal de Manacapuru, aceitou o pedido do MP.

Procedimentos

O homem foi preso pelo crime de estupro de vulnerável e está detido na delegacia de Manacapuru, à disposição da Justiça.

Em casos envolvendo crimes contra menores de idade, a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) não divulga informações, como nomes, para proteger a identidade das vítimas.

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