
e acordo com o delegado David Jordão (foto), o casal é suspeito de crime de estelionato, cometido em 2010 e 2012. Foto: Alailson Santos/PC-AM
Eduardo Dionísio França, de 55 anos, e Ana Rosário Pimentel dos Santos, de 49, foram presos, em Manacapuru, nesta semana, pela prática do crime de estelionato cometido em 2010 e 2012. Conforme a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), o casal vendeu vagas em uma cooperativa de canoeiro em Careiro da várzea, para diversas pessoas. Depois do golpe, os dois foram para Manacapuru.
O caso foi preso por investigadores da 35ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) do Careiro da Várzea (a 25 quilômetros de Manaus em linha reta), com apoio da 1º Delegacia Regional de Polícia Civil de Manacapuru. Os dois foram encontrados na terça-feira (8/9), por volta das 10h, durante a operação ‘Fim da Linha’. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (10/9).
De acordo com o delegado David Jordão, titular da 35ª DIP de Careiro da Várzea, o casal é suspeito de crime de estelionato, cometido em 2010 e 2012. “Na época, os indivíduos teriam vendido vagas em uma cooperativa de canoeiro em Careiro da várzea, para várias pessoas, e após o golpe, se deslocaram para Manacapuru”, comentou o delegado.
Conforme o delegado, com a conclusão do Inquérito Policial (IPL), e pelo desconhecimento da localização dos estelionatários, foi decretada a prisão dos dois. Após a expedição do mandado, foram realizadas buscas que duraram dez dias, em 20 endereços distintos em Manacapuru, onde os dois teriam residido.
“Depois de levantamento dos prováveis endereços do casal, no dia 8, às 5h, nos deslocamos até Manacapuru. Na região, houve uma reunião com os policiais na sede da delegacia do município, onde fizemos a divisão das equipes para realizarmos a prisão dos autores”, contou Jordão.
As ordens judiciais em nome de Eduardo e Ana foram expedidos no dia 20 de junho deste ano, pela juíza titular de Careiro da Várzea, Fabíola de Souza bastos Silva.
O casal irá responder pelo crime de estelionato, do Art. 174 do Código Penal. Após os procedimentos cabíveis, eles foram encaminhados para a Delegacia Regional de Polícia Civil de Manacapuru, e ficarão à disposição da Justiça.
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