13/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

‘Playboy’, foragido há 1 ano e 8 meses, estaria envolvido em esquartejamento de mulher; pernas foram achadas na Compensa

Publicado em 31 de janeiro, 2020

'Playboy', foragido há 1 ano e 8 meses, estaria envolvido em esquartejamento de mulher; pernas foram achadas na Compensa

‘Playboy’ (à direita), foragido há 1 ano e 8 meses, estaria envolvido em esquartejamento de mulher; pernas foram achadas na Compensa

Um ano e oito meses depois da fuga em massa registrada no Centro de Detenção Provisório Masculino II (CDPM II), um dos foragidos, Johnson Alves Barbosa, o “Playboy”, sobrinho do traficante José Roberto Barbosa, o Zé Roberto da Compensa, estaria envolvido no encontro macabro de um par de pernas feminina, deixado em um beco na Compensa na noite desta quinta-feira (30).

O par de pernas foi encontrado no beco perto da rua 22, por um morador que passava no local. Os restos mortais foram jogados próximos a um poste de iluminação. Ninguém soube informar quem deixou as pernas no beco.

‘Playboy’

Em vários grupos de mensagens, o nome de “Playboy” apareceu associada ao esquartejamento como possível mandante do mesmo. Segundo a mensagem, o foragido estaria em uma favela no Rio de Janeiro. Ele atualmente estaria ligado ao Comando Vermelho (CV) e seria responsável por ordenar mortes do tipo.

Johnson Alves Barbosa fugiu do CDPM no dia 12 de maio de 2018. Nos meses de junho e julho, uma série de execuções mostrou mais capítulos sangrentos da guerra entre as facções Comando Vermelho (CV) e Família do Norte (FDN). “Playboy” é acusado de comandar grupos de extermínio ligados a facções.

Esquartejado

Johnson é considerado um dos criminosos mais perigosos da cidade e é um dos 35 fugitivos do Centro de Detenção. Ele tinha ligação com Alan de Souza Castimário, o “Nanico”, acusado de participar da morte de Frankzinho do 40, encontrado numa mala, esquartejado, boiando no rio Negro.

Em julho de 2018, a Secretaria Executiva Adjunta de Inteligência (Seai) identificou seis criminosos ligados ao Comando, responsáveis por uma série de mortes no ano, na capital, incluindo o “Playboy”. Somente ele tem 22 processos em curso e já foi preso por posso irregular de arma de fogo, tráfico de drogas e homicídio.

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