30/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Esquadrão de elite, Fera tem 20 anos atuando em áreas urbanas e regiões de mata

Publicado em 09 de janeiro, 2020

Esquadrão de elite, Fera tem 20 anos atuando em áreas urbanas e regiões de mata

Esquadrão de elite, Fera tem 20 anos atuando em áreas urbanas e regiões de mata. Fotos: Erlon Rodrigues/ PC-AM

O Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera), da Polícia Civil do Amazonas, completou 20 anos de atuação tática contra a criminalidade. Seguindo a doutrina de Operações Especiais, o grupo se consolida como esquadrão de elite da polícia, atuando em ações de alto risco em áreas urbanas e regiões de mata, e combates nos rios.

Criado oficialmente em 27 de setembro de 1999, por meio da Portaria 602, o Fera possui servidores treinados nas mais diversas escolas nacionais e internacionais de operações táticas e especializadas, como a Swat Miami.

Esquadrão de elite

Além de atuar em ações da Polícia Civil, o Fera também participa de operações a convite do Ministério Público, Forças Armadas, e presta apoio na segurança de autoridades em grandes eventos como foi o caso da Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos de 2016.

De acordo com o delegado Juan Valério, coordenador do Fera, a equipe é preparada para atuar em situações extremas, nas quais a inteligência e a precisão são fundamentais para o êxito das ações policiais. “Estamos preparados para atuar em todas as circunstâncias e, obviamente, em virtude de nossas experiências, hoje somos especializados no combate nos rios. Somos um time tático que está diariamente pronto para agir”, ressaltou.

Expertise

Toda essa expertise agora tem sido disseminada para policiais civis de outros departamentos, por meio de palestras, cursos e treinamentos, disse Juan Valério. O esquadrão é uma força relativa, que utiliza equipamentos especiais para sobrepujar a criminalidade.

“Nós somos acionados de várias maneiras. Tem o aviso prévio, com alguma missão específica, e então nós avaliamos qual é a melhor estratégia tática e operacional, o número de pessoas a serem empregadas, e conseguimos planejar a operação. Atuamos também em caráter de urgência, tanto no trabalho de interceptação e apreensão de embarcações com drogas como em outras situações em que é preciso empregar essa força especial”, salientou.

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