
Alejandro é internado na UTI de hospital para exames e com suspeita de crise. Foto: Arquivo
Alejandro Molina Valeiko, 30, um dos envolvidos no homicídio do engenheiro Flávio Rodrigues, está internado desde a noite de quinta-feira (5), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Samel, localizado no Centro de Manaus, com suspeita de rabdomiólise – uma lesão muscular com liberação de conteúdo intracelular com grande incidência em dependentes químicos.
Ele retornou ao hospital para fazer mais exames, conforme solicitação da juíza. Em razão de ter constantes crises e ser atendido por médicos onde está preso, no 19o Distrito Integrado de Polícia (DIP), a juíza responsável pelo processo, Lina Marie Cabral, solicitou exames para poder decidir onde ele ficará detido para cumprir a prisão preventiva.
Desde a decretação da prisão temporária de Valeiko ele está custodiado nas dependências do 19o DIP, na Ponta Negra. Nesta segunda-feira, a juíza autorizou realização de audiência de custódia do indiciado, que teve a prisão temporária convertida em prisão preventiva, situação que se manteve inalterada.
O Distrito Integrado é central de flagrante e tem apenas três celas, sendo que uma delas está ocupada pelo custodiado. O detido, inclusive, teve problemas de saúde e chegou a receber atendimento médico na delegacia.
Segundo expediente enviado pela juíza, ela pediu para ser reportado se a permanência do custodiado causa transtorno. Até a noite desta terça-feira (4), a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) não havia recebido qualquer pedido em relação a possível transferência de Alejandro.
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