
Segundo perícia, furto foi constatado após diferença na fatura da loja com redução de 70%. Eletricista foi preso e solto após pagar fiança. Fotos: Divulgação PC-AM
A Polícia Civil do Amazonas, por meio da equipe de investigação da Delegacia Especializada em Combate ao Furto de Energia, Água, Gás e Serviços de Telecomunicações (DECFS), sob o comando do delegado Felipe Vasconcelos, titular da unidade policial, prendeu em flagrante, nesta sexta-feira (10), o eletricista Claudualdo Mesquita de Oliveira, 42, após os policiais civis identificarem furto de energia em uma unidade de restaurante de uma rede brasileira de fast-food, o Ragazzo.
O gerente do estabelecimento, Carlos Gomes Arruda, 44,foi indiciado pelo crime. A equipe da DECFS foi acionada para acompanhar fiscais da Eletrobras Amazonas Energia na execução de uma ordem de serviço no restaurante, na avenida Mario Ypiranga Monteiro, bairro Adrianópolis, zona centro-sul da capital.
Conforme o delegado, o representante legal da Eletrobras, por meio de carta-denúncia, comunicou sobre a suspeita de furto de energia no local, após a constatação, por meio de monitoramento remoto, de redução de 70% do consumo de energia no local.
“Protocolamos a Requisição de Perícia e agendamos a operação policial.No local foi identificado que duas correntes de energia estavam cortadas, passando somente uma fase pela medição, ou seja, cerca de 70% do consumo de energia estava sendo fraudado. Assim, confirmando o furto de energia mediante fraude, causando prejuízo estimado em cerca de R$ 11 mil à concessionária, no período de dois meses”, declarou o titular da DECFS.
Vasconcelos esclareceu que após a constatação do delito, foram retirados os desvios e o local teve o fornecimento de energia regularizado. Posteriormente, foi aplicado Termo de Ocorrência de Inspeção (TOI).
Claudualdo foi autuado em flagrante por furto de energia mediante fraude, sendo arbitrada ao infrator a fiança no valor de R$ 5 mil.
Carlos será indiciado por furto de energia mediante fraude. Ao término dos procedimentos cabíveis na especializada, ambos foram liberados para responder ao processo em liberdade.
