06/AGO 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Saldo de empregos na construção fica positivo no AM, em 184 vagas

Publicado em 31 de julho, 2018
Saldo de empregos foi positivo no mês de junho

Saldo de empregos foi positivo no mês de junho, com 809 contratações. Foto: Arquivo

O saldo de empregos na construção civil do Amazonas voltou a ficar positivo em junho. No mês, o setor fez 809 contratações contra 625 desligamentos, o que resultou em um saldo de 184 vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
O resultado de junho foi o melhor deste ano e o melhor desde julho de 2017, quando o setor teve saldo positivo de 353 vagas. Depois de junho, abril apresentou melhor resultado deste ano, com saldo de empregos positivo em 101 vagas. O setor gerou 735 novos postos e demitiu 634 pessoas, no mês, no Estado.
Junho também apresentou o melhor resultado frente ao mesmo mês do ano passado, quando houve saldo positivo de 167 vagas. De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (SINDUSCON-AM), Frank Souza, o saldo de empregos tende a aumentar nesta época do ano.
“Se nós falarmos exclusivamente de junho, nós temos aí o início do verão, onde muitas empresas começam a fazer obras que na época do inverno não têm condições e, normalmente, elas lançam obras de junho em diante”, explicou.
Em maio deste ano, quando a construção civil desligou 882 pessoas e contratou 531 trabalhadores, o setor registrou uma diferença negativa de -351 vagas de empregos, no Amazonas. Foi o pior resultado desde janeiro, quando o resultado entre o número de contratações e demissões ficou negativo em -691 vagas.
Na avaliação do presidente do SINDUSCON-AM, a greve dos caminhoneiros contribuiu para o resultado negativo registrado em maio. “No Brasil inteiro, em maio, houve queda de contratações. Pode ser uma coisa pontual, porque a construção civil quando interrompe obra, normalmente, ela demite, se ela não tiver uma obra na sequência. Mas, maio criou uma incerteza muito grande no Brasil inteiro em relação à greve dos caminhoneiros e muitas obras foram interrompidas por falta de material e outras situações correlatas”, disse.

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