‘Varredura’ vacinal em bairros prioritários prossegue no fim de semana

Foto: Divulgação

As “varreduras” vacinais, ação da segunda etapa do Plano de Intensificação do Combate ao Sarampo, que a Prefeitura de Manaus começou a executar na última segunda-feira, 16/7, continuarão nos fins de semana, com horários diferenciados. Neste sábado, 21 e domingo, 22, as equipes percorrerão ruas nos conjuntos Manoa e Renato Souza Pinto, na Cidade Nova, zona Norte, e Jorge Teixeira, zona Leste, entre às 8h e 13h.

“Durante a semana fazemos esse trabalho entre as 15h e as 20h porque são maiores as chances de encontrarmos as pessoas em casa, já tendo voltado do trabalho. Sabemos que para essas famílias é mais difícil irem às unidades de saúde, razão pela qual estamos indo até elas para vacinar”, lembra o secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi.

Além das equipes nas ruas, a Semsa terá em funcionamento, das 8h às 12h, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de horário ampliado, que funcionam na rotina, e que disponibilizam salas de vacinação.

O objetivo das varreduras é analisar a situação vacinal dos moradores dos três bairros considerados prioritários por registrarem a maior incidência de notificações e/ou confirmações de casos de sarampo na cidade: Jorge Teixeira, e Cidade Nova e Novo Aleixo zona Norte.

A meta é que, até o fim do mês de agosto, as equipes tenham feito a avaliação da situação vacinal de 204.139 pessoas, em 110.198 imóveis, e a atualização da Tríplice Viral.

O público-alvo são crianças a partir dos seis meses a adultos até 49 anos. Dados do Departamento de Informação, Controle, Avaliação e Regulação (Dicar) da Semsa estimam que a população nessa faixa etária seja de 724.028 pessoas e que, aproximadamente, 40% ainda não tenha sido imunizada contra o sarampo.

Além das “varreduras”, a Semsa está realizando ações de intensificação da vacina nas áreas urbana e rural, de forma sistemática e seguindo os critérios prioritários de áreas mais afetadas, com maior número de casos.

O Plano de Intensificação Contra o Sarampo em Manaus teve a colaboração técnica e financeira do Ministério da Saúde, da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), Secretaria de Estado da Saúde (Susam) e Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM).

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