Mais de 1.000 armas são destruídas em ação do TJAM e Exército. Veja fotos

Só este ano, o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, desembargador Flávio Pascarelli, determinou a destruição de 7,5 mil armas. Fotos: William Rezende/ TJAM

O Exército destruiu nesta terça-feira (19), 1.111 armas de fogo provenientes de processos judiciais da capital e interior do Amazonas e que já tinham sido catalogadas e liberadas pelo Tribunal de Justiça para serem destruídas.

A medida atende a Resolução nº 134/2011 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a destinação de armas de fogo e munições.

As armas encaminhadas para destruição são aquelas que foram consideradas pelos juízes desnecessárias para a continuidade e instrução dos processos judiciais.

Sem doação

Conforme o CNJ, este armamento não pode ser doado para a polícia, seja pela sua condição precária de conservação, seja por características técnicas da arma que não se enquadram nos padrões utilizados.

A destruição, realizada em base do Exército no interior do Estado, se deu em duas partes: na primeira, as armas foram amassadas em uma prensa hidráulica e em seguida, foram trituradas por um rolo compressor.

Mais de 7 mil armas

Só este ano, o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, desembargador Flávio Pascarelli, determinou a destruição de 7,5 mil armas.

“As ações se intensificaram em nível nacional e, no Amazonas, esvaziamos todos os fóruns do interior e seguindo as normais de segurança”, destacou Sidney Level, diretor da Divisão de Depósito Público do TJAM.

No meio das armas destruídas nesta terça-feira, modelos que se destacavam pela antiguidade, pela engenhosidade da fabricação caseira ou ainda pela exclusividade das pistolas de uso restrito.

Segundo o tenente coronel de Exército Geovani Campos, chefe do Serviço de Fiscalização de Produtos do Exército Brasileiro, “a inutilização das armas seguiu protocolo do CNJ na Operação Vulcão. Desde 2012, já destruímos algo entorno de 22 mil armas”, disse.

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