
Ao contrário do que tem sido publicado, o candidato José Ricardo, do PT, afirma que não é contra promoção e ganhos dos policiais. E que o governo deveria estender a promoção a outras categorias, como professores e profissionais da saúde. Foto: Divulgação
Ao contrário do que foi divulgado em um portal de notícias da cidade, o candidato pelo PT ao Governo do Estado, José Ricardo, afirmou que não é contra a promoção e os ganhos salariais dos policiais e de nenhum trabalhador, pelo contrário, reafirmou a sua fala no sentido de dizer que não somente os policiais merecem uma promoção, mas também os professores e os profissionais da saúde.
“O Governo do Estado trata de maneira quase desrespeitosa esses profissionais e isso precisa mudar. Cobro e sempre defendi salários dignos a todas as categorias, inclusive a dos policiais, e isso esta registrado nos anais da Assembleia Legislativa, para quem quiser comprovar”, reafirmou.
O candidato destacou ainda que na medida em que sua campanha cresce, vem aparecendo histórias como essa para tentar esconder a verdade, “de que nós temos a melhor proposta e o melhor candidato para governar o Amazonas”, declarou.
Reajuste e escalonamento
No último dia 13, o Governo do Estado assinou os atos com as promoções da Polícia Militar. O reajuste passa a contar da data da publicação dos mesmos, enquanto o valor referente ao escalonamento conta a partir de 1º de agosto. Com as promoções, os salários na PM aumentam em até 36,59%, no caso dos subtenentes que ascendem na patente para 2º tenente, situação em que os salários saltam de R$ 6.923,67 para R$ 9.456,71. Já o soldado que ascende a cabo terá 29,03% de acréscimo salarial, saindo dos atuais R$ 3.664,48 para R$ 4.728,33
Aproximadamente R$ 5,8 milhões será o impacto mensal das promoções concedidas a PMs e da reposição salarial dos policiais civis referente ao Plano de Escalonamento, concedidos pelo Governo do Amazonas. Com o aumento, a folha de pagamento atual dos servidores ativos, inativos e pensionistas no valor de R$ 441,4 milhões terá um acréscimo de 1,32%, segundo informações da Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead).
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