
Aliança da Rede-Psol propõe execução de plano emergencial com duração de 15 meses, priorizando segurança, saúde, educação, e emprego e renda. Foto: Divulgação
Para enfrentar os principais problemas que afetam a população amazonense, o candidato a governador do Amazonas na eleição suplementar, pela aliança Rede-Psol, deputado Luiz Castro e João Tayah, vice, propõem a execução de um plano emergencial para o período de cerca de 15 meses, como está previsto para a próxima gestão estadual.
O plano emergencial prioriza ações que devem ser implementadas nos primeiros quatro meses de governo, com foco nas áreas segurança, geração de emprego e renda, saúde e educação. O objetivo da chapa é enfrentar imediatamente os problemas mais graves que atingem a população e, de forma simultânea, promover o indispensável redirecionamento da gestão pública estadual.
“Levando em consideração o curto período de governo, tivemos o cuidado de propor metas compatíveis com a nossa realidade, voltadas para o que realmente interessa à população amazonense neste momento de crise econômica, com tantas pessoas desempregadas e que precisam de alternativas efetivas de geração de renda, de melhorias na Segurança Pública e na Saúde”, destaca Luiz Castro.
A coligação também apresenta no Plano de Governo as principais ações de médio prazo, que devem ser implementadas para garantir a consolidação do redirecionamento organizacional do Estado, a fim de reverter o quadro atual e iniciar um verdadeiro processo de desenvolvimento sustentável, inclusivo e transparente para o Amazonas.
“Para alcançar esse objetivo, é necessário não apenas a reorganização da administração estadual, mas também a permanente integração com as forças vivas da sociedade. Entendemos que é hora de encerrar esse ciclo de enganações e injustiças e começar a trabalhar, de fato, pelo bem estar do povo do Amazonas”, afirma o candidato.
De acordo com Luiz Castro, o plano de governo está aberto às contribuições da sociedade e será complementado ao longo da campanha eleitoral.
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