03/AGO 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Primeira noite do Caprichoso mostra as origens da cultura cabocla

Publicado em 01 de julho, 2017

Na primeira noite, o Caprichoso mostrou “A tecedura – A gênese da cultura cabocla”. Fotos: Glenda Dinelly/Divulgação

A poética do imaginário caboclo, apresentado em três atos pelo Boi Caprichoso no 52º Festival Folclórico de Parintins, começou na noite de sexta-feira (30/06). Os elementos-surpresa ficaram por conta do ilusionista Issao Imamura e a levitação feita pelo Pajé Netto Simões, durante o ritual.

A primeira noite denominada “A tecedura – A gênese da cultura cabocla” revelou a amálgama que gerou o caboclo amazônida, resultado da miscigenação de muitos povos, culturas e experiências. O apresentador Edmundo Orna surgiu na arena em um guindaste.

Para abrir o espetáculo o Caprichoso apresentou a Exaltação Folclórica assinada pelo artista Juarez Lima. Na alegoria surgiram os itens Sinhazinha da Fazenda (Valentina Cid), o Amo do Boi (Prince do Caprichoso) e a estrela da festa (Boi Caprichoso). A rainha do folclore Brenna Dianná veio do alto dentro de um muiraquitã.

A cunhã-poranga Marciele Albuquerque surgindo da alegoria do item Lenda Amazônica.

Um dos momentos da torcida azul e branca.

David Assayag levantou o bumbódromo.

O Caprichoso levou grandes alegorias para a arena.

O Cine Teatro Brasil de Parintins, no item Figura Típica Regional.

A Rainha do Folclore Brenna Dianná.

No item Lenda Amazônica, o Boi Caprichoso usou o imaginário caboclo para contar a lenda Templos de Ouro. Obra do artista Márcio Gonçalves e equipe, o Caprichoso transcendeu as fronteiras da floresta e entorpeceu o mundo nos sonhos que fizeram conquistadores, desbravadores e antigos navegantes aportarem em busca do Eldorado. A alegoria trouxe a cunhã-poranga Marciele Albuquerque.

Das misturas que teceram o imaginário caboclo, uma referência se destacou: o Cine Teatro Brasil de Parintins, alegoria do artista Glaucivan Silva, no item Figura Típica Regional, que revelou a Porta-Estandarte Marcela Marialva. A alegoria transformou-se em “O Caboclo Ribeirinho”.

O Ritual antropofágico Tupinambá, fechou o primeiro espetáculo sob a magia do artista Junior de Souza. Mas, quem brilhou foi o Pajé Neto Simões, que levitou no ritual.

A graça e carisma da sinhazinha da fazenda, Valentina Cid.

A Porta-Estandarte Marcela Marialva deu um show no bumbódromo.

O Pajé Neto Simões no ritual antropofágico Tupinambá.

A beleza da cunhã-poranga Marciele Albuquerque.

Veja mais notícias em Parintins

RELACIONADAS

Portal do Marcos Santos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.