27/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Nova carga de medicamentos e insumos hospitalares chega para abastecer unidades do Estado

Publicado em 29 de maio, 2017

Nesta compra feita já foi possível economizar até 40%, segundo o governador David Almeida, adquirindo itens diretamente dos laboratórios públicos. Foto: Divulgação/ Secom

Em até 15 dias, hospitais e unidades de saúde na capital e nos 61 municípios do interior devem ser abastecidas com medicamentos, itens hospitalares e materiais laboratoriais e odontológicos adquiridos pelo governo. Mais de 526 itens chegaram nesta segunda-feira, 29, à Central de Medicamentos do Amazonas (Cema), responsável pela distribuição deste material.

Segundo o governador, David Almeida, R$ 52 milhões foram empregados para a compra de medicamentos e insumos. “Os depósitos estão sendo abastecidos e estamos com contato com a empresa que faz a logística, para que possa acelerar a entrega dos medicamentos, tanto para hospitais da capital quanto do interior e a população possa ser atendida”, destacou.

A otimização dos recursos para compra de medicamentos é uma das ações do Plano Emergencial de Saúde que tem, ainda, o desafio de zerar as filas de espera para exames médicos, consultas com especialistas e cirurgias eletivas. Durante a visita à instituição, o governador explicou que a meta é centralizar a compra e distribuição de medicamentos e itens via Cema.

Outra adaptação feita pelo governador, para evitar a falta de remédios e itens, é trabalhar com o planejamento e distribuição para quatro e seis meses. “Pedimos que o planejamento para distribuição e compra seja feito não com base em dois ou três meses, mas com quatro a seis meses para que não haja diminuição de medicamentos nas unidades hospitalares e os hospitais possam receber esses medicamentos”, ressaltou.

Saúde priorizada

David Almeida reafirmou que a prioridade da gestão é a área da saúde. O governador estuda rescindir ou diminuir contratos para priorizar os investimentos na saúde: “Junto com os técnicos do Estado estamos analisando alguns contratos que vamos diminuir substancialmente. Outros contratos nós vamos rescindir para que possamos investir na área de saúde, porque eu acredito que é onde precisamos atacar nesse primeiro momento”, destacou.

Além de reduzir contratos, a compra direta de medicamentos junto aos laboratórios públicos é outra maneira encontrada pelo governo para racionalizar o uso dos recursos públicos. Segundo Almeida, já foi possível economizar até 40% com a compra de 60 itens já autorizados.

“Nós queremos racionalizar esse recurso e aplicá-lo de forma efetiva fazendo com que ele beneficie a população. Nós buscamos no dinamismo ajustar as ações para beneficiar a população desse Estado”, pontuou.

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