
O deputado Pauderney Avelino foi um dos palestrantes no Seminário RedIndústria, 2017, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Foto: Divulgação
O líder do Democratas na Câmara, deputado Pauderney Avelino (AM), afirmou que a as reformas estruturantes são imprescindíveis para o país voltar a crescer. “O Congresso vai trabalhar fortemente para aprovar as reformas que o país precisa”, assegurou. “Temos que trabalhar para que os 12,3 milhões de pais e mães de família recuperem seus empregos”, frisou.
Pauderney foi um dos palestrantes no Seminário RedIndústria, 2017, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (01). O evento, que contou com especialistas no setor, discutiu a agenda legislativa para este ano e os desafios da indústria em um cenário de retomada de crescimento.
O parlamentar amazonense ressaltou que o país deve parar de dar espaço para políticos que buscam o populismo como plataforma eleitoral. “Não podemos errar, não podemos embarcar em políticas populistas”, alertou.
O líder do DEM lembrou que as reformas poderiam ter sido feitas quando os governos anteriores gozavam de boa popularidade. “Nós, enquanto oposição, alertávamos para os problemas que viriam”, recordou. “Mas, na época, não tivemos o apoio da indústria”, pontuou. “Agora estamos juntos e vamos fazer o que precisa ser feito para recolocar o Brasil no rumo do crescimento”, argumentou.
Pauderney disse que já participou de muitas comissões que pretendiam elaborar reformas fiscais, trabalhistas e previdenciárias. “Porém, nunca conseguimos avançar muito e as modificações foram pífias”, lamentou. “Nesse momento, no entanto, temos as condições necessárias para debater e aprovar essas reformas”, destacou. “Mas vamos precisar da ajuda de todos”, apontou. “Essa luta é de todos, sem exceção”, garantiu.
Para finalizar, Pauderney disse acreditar muito na capacidade do empresariado brasileiro. “Acredito muito na criatividade do nosso povo também”, falou. “O que sempre nos atrapalhou foram os governos”, acrescentou. “Mas agora temos um governo que está do lado certo”, concluiu.
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